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PJ deteve "presumível autor" da prática de cinco crimes de incêndio florestal no Minho

PJ deteve "presumível autor" da prática de cinco crimes de incêndio florestal no Minho

A Polícia Judiciária (PJ) informou esta terça-feira, em comunicado, que deteve com a colaboração da GNR "o presumível autor" de cinco crimes de incêndio florestal, ocorridos entre os dias 16 de junho e 06 de julho.

Lusa /
RTP

Estes incêndios decorreram em várias freguesias dos concelhos de Fafe e de Guimarães, adianta a nota.

 "A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana, deteve, fora de flagrante delito, o presumível autor de cinco crimes de incêndio florestal, ocorridos entre os dias 16 de junho e 06 de julho, em várias freguesias dos concelhos de Fafe e de Guimarães", afirma a PJ na nota.

Especificando que das diligências "realizadas resultou a identificação de um homem, de 20 anos, o qual, em período noturno, com utilização de um ciclomotor, movimentava-se por estradas secundárias no meio da floresta e, através de chama direta, procedia a inúmeras ignições".

Segundo o comunicado, durante aquele período de atuação, as freguesias de Arões, Cepães e Infantas "foram atingidas por uma onda de incêndios florestais, causando alerta entre a população local e consumindo vários hectares de floresta".

  O que, de acordo com a Polícia Judiciária, já constava do registo de ocorrências de anos anteriores.    

Os vários locais onde os incêndios ocorreram situam-se em zonas com condições de propagação a manchas florestais de grandes dimensões, gerando risco acentuado, potencialmente alimentado pela carga combustível ali existente e pela orografia própria da região, onde existem aglomerados habitacionais e edifícios industriais, adianta.

 As diligências, entretanto realizadas, também permitiram "a recolha de um vasto acervo probatório e levaram à detenção do suspeito, o qual será, amanhã, presente à autoridade judiciária para primeiro interrogatório e aplicação de medidas de coação", conclui a PJ em comunicado enviado às redações.

 O combate aqueles incêndios implicou a utilização de meios aéreos e terrestres.

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