País
PJ realiza buscas no Turismo de Portugal por suspeitas de corrupção
A Unidade Nacional de Combate à Corrupção realizou esta quinta-feira buscas na sede do Turismo de Portugal, em Lisboa. Em causa no processo estão suspeitas da prática de crimes de corrupção, abuso de poder e participação económica em negócio. O Turismo de Portugal garante em comunicado que “não é diretamente visado” nas operações de busca.
Os factos em investigação estão relacionados com contratos de adjudicação referentes a eventos realizados no Brasil. A informação é veiculada numa nota da Procuradoria-Geral da República, que confirma ainda as buscas na sede do Turismo de Portugal e adianta que o processo não tem arguidos constituídos.
Em causa estão suspeitas da prática dos crimes de corrupção, abuso de poder e participação económica em negócio e o processo está a ser conduzido pelo DIAP de Lisboa, Departamento de Investigação e Ação Penal.
Já antes, o Turismo de Portugal tinha enviado às redações uma nota em que garantia que “não é diretamente visado” na operação de buscas efetuadas na sua sede, em Lisboa.
"O Turismo de Portugal confirma a realização, no dia de hoje, de buscas judiciárias na sua sede em Lisboa, no âmbito de investigações em curso levadas a cabo pelas autoridades competentes e nas quais não é diretamente visado", refere a entidade num comunicado enviado às redações.
O organismo refere ainda que manifestou total disponibilidade e colaboração com as autoridades.
A notícia das buscas foi avançada ao início da tarde pelo Diário de Notícias que avançava que neste processo estão em causa suspeitas sobre contratos e adjudicações que envolvem um antigo membro do conselho de administração do instituto.
A Polícia Judiciária procurou com estas buscas obter documentação sobre contratos que, segundo apurou o DN, visam um ex-elemento do conselho de administração, que terá feito adjudicações a empresários que lhe eram próximos.
A nova administração do Turismo de Portugal foi nomeada no passado mês de fevereiro.
Em causa estão suspeitas da prática dos crimes de corrupção, abuso de poder e participação económica em negócio e o processo está a ser conduzido pelo DIAP de Lisboa, Departamento de Investigação e Ação Penal.
Já antes, o Turismo de Portugal tinha enviado às redações uma nota em que garantia que “não é diretamente visado” na operação de buscas efetuadas na sua sede, em Lisboa.
"O Turismo de Portugal confirma a realização, no dia de hoje, de buscas judiciárias na sua sede em Lisboa, no âmbito de investigações em curso levadas a cabo pelas autoridades competentes e nas quais não é diretamente visado", refere a entidade num comunicado enviado às redações.
O organismo refere ainda que manifestou total disponibilidade e colaboração com as autoridades.
A notícia das buscas foi avançada ao início da tarde pelo Diário de Notícias que avançava que neste processo estão em causa suspeitas sobre contratos e adjudicações que envolvem um antigo membro do conselho de administração do instituto.
A Polícia Judiciária procurou com estas buscas obter documentação sobre contratos que, segundo apurou o DN, visam um ex-elemento do conselho de administração, que terá feito adjudicações a empresários que lhe eram próximos.
A nova administração do Turismo de Portugal foi nomeada no passado mês de fevereiro.