Polémica MAI. PJ não encontrou nenhum documento para deslocar atrelado

Polémica MAI. PJ não encontrou nenhum documento para deslocar atrelado

A Polícia Judiciária não encontrou nenhum documento que desse ordem para deslocar o atrelado da PJ que foi parar às instalações da Construbarcelos, a empresa do empreiteiro que fez trabalhos para esta polícia e também numa casa do ministro da Administração Interna, Luís Neves, quando era diretor nacional da Judiciária.

Sara Araújo de Almeida - RTP Antena 1 / Adicionar como fonte informativa
Lusa

O Expresso revela que na informação transmitida ao Ministério Público a Polícia Judiciária procurou o documento, mas não o encontrou.

A Procuradoria-Geral Da República já abriu um inquérito que está a ser coordenado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa.

O jornal Nascer do Sol acrescenta na edição de hoje que entre 2018 e 2023, enquanto era diretor da Polícia Judiciária, Luís Neves não entregou a declaração de rendimentos e património, uma informação confirmada pelo Tribunal Constitucional. A entrega desta declaração é obrigatória para os titulares de altos cargos públicos.

Luís Neves só entregou a documentação relativa ao património em 2024, depois de ter sido reconduzido no cargo de diretor nacional de PJ.
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