País
Prémio Pessoa atribuído a José Tolentino de Mendonça
O Prémio Pessoa distingue em 2023 o cardeal e teólogo José Tolentino de Mendonça, foi esta quinta-feira anunciado. "Ele protagoniza uma conceção integradora, unificadora e universal da força espiritual da literatura, que lhe serve de guia desde sempre", afirmou Francisco Pinto Balsemão, presidente do júri desde prémio.
“Em todos os domínios da notável e diversificada atividade intelectual, José Tolentino de Mendonça projeta uma visão do mundo norteada por uma espiritualidade que pretende acolher, compreender e transcender as dilacerações, conflitos e sofrimentos da humanidade”, declarou Balsemão.
“É hoje uma das vozes fundamentais da poesia contemporânea portuguesa e europeia, tendo iniciado uma intensa e extensa carreira literária em 1990, com a publicação de Os Dias Contados, no mesmo ano em que foi ordenado padre”.
Balsemão disse ainda que, na sua vida, Tolentino de Mendonça “tem-se mantido fiel ao lema contido no título do seu mais recente livro: tem sido humilde e generoso, peregrino da esperança”.
José Tolentino de Mendonça nasceu na ilha da Madeira em 1965 e viveu os seus primeiros anos em Angola, tendo deixado África aos nove anos, aquando da independência das colónias portuguesas.
É licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa (1989) e doutorado em Teologia Bíblica pela mesma instituição (2004). “Depois de uma longa atividade pastoral e eclesiástica, durante a qual ocupou altos cargos no Vaticano, foi nomeado pelo Papa Francisco Prefeito do Dicastério para a Cultura e Educação”, refere o prémio em comunicado.
Além das suas funções eclesiásticas e pastorais, José Tolentino de Mendonça tem-se destacado no ensino universitário, no ensaio de reflexão teológica e filosófica e na poesia. Iniciou, em 1990, a sua carreira literária, com a publicação de Os Dias Contados, no mesmo ano em que foi ordenado padre na Diocese do Funchal.
É licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa (1989) e doutorado em Teologia Bíblica pela mesma instituição (2004). “Depois de uma longa atividade pastoral e eclesiástica, durante a qual ocupou altos cargos no Vaticano, foi nomeado pelo Papa Francisco Prefeito do Dicastério para a Cultura e Educação”, refere o prémio em comunicado.
Além das suas funções eclesiásticas e pastorais, José Tolentino de Mendonça tem-se destacado no ensino universitário, no ensaio de reflexão teológica e filosófica e na poesia. Iniciou, em 1990, a sua carreira literária, com a publicação de Os Dias Contados, no mesmo ano em que foi ordenado padre na Diocese do Funchal.
O Prémio Pessoa é uma iniciativa do semanário Expresso e da Caixa Geral de Depósitos, no valor de 60 mil euros, que "visa reconhecer a atividade de pessoas portuguesas com papel significativo na vida cultural e científica do país".
O júri foi composto por Ana Pinho, António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, Emílio Rui Vilar, José Luís Porfírio, Maria Manuel Mota, Pedro Norton, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira Nery e Viriato Soromenho-Marques, com Francisco Pinto Balsemão a presidir e Paulo Macedo como vice-presidente.
O júri foi composto por Ana Pinho, António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, Emílio Rui Vilar, José Luís Porfírio, Maria Manuel Mota, Pedro Norton, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira Nery e Viriato Soromenho-Marques, com Francisco Pinto Balsemão a presidir e Paulo Macedo como vice-presidente.