País
Presidenciais. Marques Mendes promete defender estabilidade e ética
O antigo presidente do PSD Luís Marques Mendes afirmou no domingo que como candidato presidencial terá como causas "ambição, estabilidade e ética".
"Tomei esta decisão porque acho, depois da reflexão que fiz, depois de ouvir muita gente, que podia ser útil ao país. Foi sempre o critério que coloquei. E sobretudo há duas ou três preocupações que eu tenho: ambição, estabilidade e ética", declarou Luís Marques Mendes, sobre a decisão de se candidatar a Presidente da República.
O conselheiro de Estado despediu-se do seu espaço de comentário na estação de televisão SIC quatro dias antes da sessão de apresentação da sua candidatura às eleições presidenciais de 2026, que está marcada para quinta-feira, em Fafe, no distrito de Braga.
O político adiantou que enquanto candidato presidencial irá defender a estabilidade política. "Nós não podemos passar a vida em crises políticas, nós não podemos passar a vida em dissoluções e eleições antecipadas", considerou.
Marques Mendes acrescentou que para isso "é preciso ter alguma capacidade de fazer pontes".
Por outro lado, prometeu "introduzir com muito mais força" o tema da ética na vida política, referindo que tomou decisões difíceis neste domínio quando liderou o PSD, entre 2005 e 2007, com as quais dentro do partido "quase ninguém concordou".
"Hoje é preciso ir muito mais longe, mas muito mais longe. Uma parte grande dos portugueses está um bocadinho farta dos políticos, da classe política. Isto não é bom em termos de democracia. Não se resolve com populismo. Resolve-se é a fazer um maior apelo à ética e aprofundar e desenvolver um conjunto de decisões para que as pessoas voltem a confiar", sustentou.
Segundo Marques Mendes, a par destas duas causas, Portugal precisa de ambição, porque é "um país de um modo geral conformado, resignado, parece que até deprimido, parece que acomodado", o que se propõe combater se for eleito chefe de Estado.
Sem comentários sobre potenciais adversários
Marques Mendes recusou estar a "comentar potenciais candidatos", especialmente o almirante Henrique Gouveia e Melo, ex-chefe do Estado-Maior da Armada: "Porque, segundo eu li, ele está de férias. Portanto, vamos deixar que ele acabe as suas férias para depois apresentar as suas ideias, e depois então é que vamos confrontar ideias".
O antigo presidente do PSD, que foi confrontado com os estudos de opinião e interrogado sobre o seu grau de confiança, manifestou "por um lado, humildade e, por outro, determinação" em relação à campanha que aí vem.
"Qualquer combate desta natureza é sempre difícil. Mas aquilo que é difícil para mim funciona como um estímulo e como um incentivo", disse.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já anunciou que tenciona marcar as presidenciais de 2026 para 25 de janeiro, calhando uma eventual segunda volta em 15 de fevereiro, três semanas depois.
Luís Marques Mendes, de 67 anos, advogado, irá fazer a apresentação da sua candidatura com quase um ano de antecedência, em 6 de fevereiro – na véspera da data escolhida pelo anterior chefe de Estado Jorge Sampaio, que se apresentou como candidato em 7 de fevereiro de 1995.
O conselheiro de Estado despediu-se do seu espaço de comentário na estação de televisão SIC quatro dias antes da sessão de apresentação da sua candidatura às eleições presidenciais de 2026, que está marcada para quinta-feira, em Fafe, no distrito de Braga.
O político adiantou que enquanto candidato presidencial irá defender a estabilidade política. "Nós não podemos passar a vida em crises políticas, nós não podemos passar a vida em dissoluções e eleições antecipadas", considerou.
Marques Mendes acrescentou que para isso "é preciso ter alguma capacidade de fazer pontes".
Por outro lado, prometeu "introduzir com muito mais força" o tema da ética na vida política, referindo que tomou decisões difíceis neste domínio quando liderou o PSD, entre 2005 e 2007, com as quais dentro do partido "quase ninguém concordou".
"Hoje é preciso ir muito mais longe, mas muito mais longe. Uma parte grande dos portugueses está um bocadinho farta dos políticos, da classe política. Isto não é bom em termos de democracia. Não se resolve com populismo. Resolve-se é a fazer um maior apelo à ética e aprofundar e desenvolver um conjunto de decisões para que as pessoas voltem a confiar", sustentou.
Segundo Marques Mendes, a par destas duas causas, Portugal precisa de ambição, porque é "um país de um modo geral conformado, resignado, parece que até deprimido, parece que acomodado", o que se propõe combater se for eleito chefe de Estado.
Sem comentários sobre potenciais adversários
Marques Mendes recusou estar a "comentar potenciais candidatos", especialmente o almirante Henrique Gouveia e Melo, ex-chefe do Estado-Maior da Armada: "Porque, segundo eu li, ele está de férias. Portanto, vamos deixar que ele acabe as suas férias para depois apresentar as suas ideias, e depois então é que vamos confrontar ideias".
O antigo presidente do PSD, que foi confrontado com os estudos de opinião e interrogado sobre o seu grau de confiança, manifestou "por um lado, humildade e, por outro, determinação" em relação à campanha que aí vem.
"Qualquer combate desta natureza é sempre difícil. Mas aquilo que é difícil para mim funciona como um estímulo e como um incentivo", disse.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já anunciou que tenciona marcar as presidenciais de 2026 para 25 de janeiro, calhando uma eventual segunda volta em 15 de fevereiro, três semanas depois.
Luís Marques Mendes, de 67 anos, advogado, irá fazer a apresentação da sua candidatura com quase um ano de antecedência, em 6 de fevereiro – na véspera da data escolhida pelo anterior chefe de Estado Jorge Sampaio, que se apresentou como candidato em 7 de fevereiro de 1995.