Presidente da Comissão Nacional da Saúde da Mulher diz que urgência regional traz "mais estabilidade"

Presidente da Comissão Nacional da Saúde da Mulher diz que urgência regional traz "mais estabilidade"

Em declarações ao "Ponto Central" da Antena 1, o presidente da Comissão Nacional da Saúde da Mulher, explica que a nova urgência vai garantir uma resposta a todas as grávidas da região, criando "uma maior estabilidade no sistema". A urgência regional de ginecologia e obstetrícia, no Hospital de Loures, abre portas a tempo inteiro esta segunda-feira. É a primeira urgência criada neste novo modelo que tem como objetivo responder à falta de médicos e à situação de urgências da especialidade que fecham constantemente.

Ana Fernandes Silva - Antena 1 /

É a primeira urgência criada neste novo modelo que tem como objetivo responder à falta de médicos e à situação de urgências da especialidade que fecham constantemente.

O presidente da Comissão Nacional da Saúde da Mulher, explica que a nova urgência vai garantir uma resposta a todas as grávidas da região, criando "uma maior estabilidade no sistema".

"Aquilo que importa, acima de tudo, é que desapareça a incerteza. A senhora quando está grávida tem que saber, nas 24 horas, nos 365 dias do ano, onde se deve dirigir, não por favor, mas por direito próprio", sublinha Alberto Caldas Afonso.

Mas, será que com mais grávidas, mais longe de uma urgência, não haverá mais partos nas ambulâncias? "Não, pelo contrário. A distância está, perfeitamente, mais do que na linha de segurança", adverte Caldas Afonso.

"A segurança (de todas as grávidas) está garantida"
, com os profissionais da especialidade concentrados, a partir de agora, no Hospital de Loures, assegurando uma urgência de 24 horas em obstetrícia.

Mais sustentável, estável e segura
Alberto Caldas Afonso acredita que "esta é a solução mais sustentável, mais estável e a que garante maior segurança".

Sobre o facto de a equipa ser reforçada apenas com um enfermeiro que irá para Vila Franca de Xira, o presidente da Comissão Nacional da Saúde da Mulher explica que "quem tem essa responsabilidade, que é a Direção Executiva, assegurou as escalas necessárias para o movimento que é previsto".

No entanto, o médico defende que "tem que se reforçar dentro daquilo que é possível e fixar os médicos no Serviço Nacional de Saúde".

PUB