País
Procuradora Cândida Almeida contraria ministra da Justiça
Cândida Almeida considera que não é necessário fazer qualquer revisão à atual legislação sobre escutas telefónicas. A procuradora-geral adjunta e diretora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal diz que o que é necessário é reforçar os meios. No domingo, a ministra da Justiça considerava que existem demasiadas entidades a fazer escutas telefónicas, manifestando-se favorável a uma mudança na lei.