País
Protesto nacional da CGTP concentra milhares de pessoas em Lisboa
Dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se hoje em Lisboa, em protesto contra o aumento do desemprego e da precariedade e em defesa do aumento das pensões e dos salários. A manifestação nacional foi convocada pela CGTP-IN, que apelou a um “dia de indignação e de protesto" contra as injustiças sociais.
A manifestação foi precedida de uma pré-concentração dos funcionários públicos nas Amoreiras e de uma outra dos trabalhadores do setor privado no Saldanha.
O desfile propriamente dito principiou no Marquês de Pombal, tendo os participantes descido a avenida da Liberdade ladeados por muitas pessoas que observavam dos passeios.
Na frente da manifestação desfilaram o cantor Vitorino e os Homens da Luta.
Os manifestantes gritavam palavras de ordem como "O país não se endireita com políticas de direita", "Salários congelados, o futuro condenado" e "A cada dia que passa, o Governo só faz desgraça".
Empunhando bandeiras coloridas dos sindicatos, os trabalhadores do setor público e privado traziam faixas alusivas aos motivos da luta. Professores, enfermeiros e trabalhadores da administração local, marcaram a sua presença com apitos e buzinadelas.
Por volta das 17:00, a Praça dos Restauradores, onde terminava o desfile, já estava cheia mas ainda havia trabalhadores a desfilar na Avenida Fontes Pereira de Melo.
Durante a marcha, a coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, Ana Avoila, defendeu a necessidade de mudanças efetivas no país e acusou o Governo de estar a retirar, a cada dia que passa, condições de vida aos portugueses.
"Esta luta é feita por mudanças efetivas, por isso estão aqui tantos milhares de funcionários públicos e por isso vamos continuar a mobilizá-los para continuarem a lutar até conseguirmos melhores condições de vida", afirmou.
Por seu lado, o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, declarou-se agradado com os "muitos milhares de pessoas" presentes na Avenida da Liberdade no protesto da CGTP-IN, sublinhando que "só se mexe quem confia no futuro" do país.
"O povo está descontente e indignado com as injustiças, pobreza e precariedade, mas a afirmar esperança e confiança no futuro", disse Carvalho da Silva à agência Lusa enquanto descia a Avenida da Liberdade na frente da manifestação.
Este é o segundo sábado consecutivo em que Lisboa é palco de uma grande manifestação contra o desemprego e a precariedade. A da última semana não foi convocada por nenhuma estrutura sindical e foi promovida pela chamada "Geração à Rasca", jovens sem emprego ou com vínculo precário.
O desfile propriamente dito principiou no Marquês de Pombal, tendo os participantes descido a avenida da Liberdade ladeados por muitas pessoas que observavam dos passeios.
Na frente da manifestação desfilaram o cantor Vitorino e os Homens da Luta.
Os manifestantes gritavam palavras de ordem como "O país não se endireita com políticas de direita", "Salários congelados, o futuro condenado" e "A cada dia que passa, o Governo só faz desgraça".
Empunhando bandeiras coloridas dos sindicatos, os trabalhadores do setor público e privado traziam faixas alusivas aos motivos da luta. Professores, enfermeiros e trabalhadores da administração local, marcaram a sua presença com apitos e buzinadelas.
Por volta das 17:00, a Praça dos Restauradores, onde terminava o desfile, já estava cheia mas ainda havia trabalhadores a desfilar na Avenida Fontes Pereira de Melo.
Durante a marcha, a coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, Ana Avoila, defendeu a necessidade de mudanças efetivas no país e acusou o Governo de estar a retirar, a cada dia que passa, condições de vida aos portugueses.
"Esta luta é feita por mudanças efetivas, por isso estão aqui tantos milhares de funcionários públicos e por isso vamos continuar a mobilizá-los para continuarem a lutar até conseguirmos melhores condições de vida", afirmou.
Por seu lado, o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, declarou-se agradado com os "muitos milhares de pessoas" presentes na Avenida da Liberdade no protesto da CGTP-IN, sublinhando que "só se mexe quem confia no futuro" do país.
"O povo está descontente e indignado com as injustiças, pobreza e precariedade, mas a afirmar esperança e confiança no futuro", disse Carvalho da Silva à agência Lusa enquanto descia a Avenida da Liberdade na frente da manifestação.
Este é o segundo sábado consecutivo em que Lisboa é palco de uma grande manifestação contra o desemprego e a precariedade. A da última semana não foi convocada por nenhuma estrutura sindical e foi promovida pela chamada "Geração à Rasca", jovens sem emprego ou com vínculo precário.