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PS quer saber evolução detalhada de efetivos nas Forças Armadas desde 2022

PS quer saber evolução detalhada de efetivos nas Forças Armadas desde 2022

O PS requereu hoje ao Ministério da Defesa Nacional informação detalhada sobre o número de entradas e saídas das Forças Armadas desde 2022, bem como a sua distribuição pelos diferentes regimes de prestação de serviço militar.

Lusa /
Hugo Delgado - Lusa

Num requerimento dirigido ao ministério tutelado por Nuno Melo, e assinado pelo coordenador do PS na comissão de Defesa, Luís Dias, os socialistas realçam que "a monitorização detalhada dos fluxos de entrada e saída de militares, a evolução das candidaturas, admissões, incorporações e saídas, é essencial para uma avaliação rigorosa e informada das medidas adotadas e adotar nesta área".

A bancada do PS salienta que "as dificuldades no recrutamento e retenção de efetivos nas Forças Armadas, bem como na atratividade da carreira militar, têm vindo a acentuar-se nos últimos anos", não sendo um "fenómeno exclusivo" de Portugal.

"Tem sido feito um esforço significativo no sentido de melhorar as condições de prestação do serviço militar, designadamente ao nível da valorização remuneratória e das modalidades de apoio social, ainda que subsistam desafios significativos que importa acompanhar com atenção", sustentam.

O PS quer saber qual o número total de candidaturas, admissões, incorporações efetivas e saídas nas Forças Armadas registado em 2022, 2023, 2024, 2025 e 2026 (até à data), discriminado por ramo e regime de prestação de serviço.

No caso das saídas, os socialistas querem saber o que as motivou.

O partido requer ainda o número total de efetivos das Forças Armadas no final de cada um dos anos referidos (2022 a 2026), discriminado por ramo e por regime de prestação de serviço.

"O Grupo Parlamentar do Partido Socialista já questionou o senhor Ministro da Defesa Nacional sobre este assunto em audições regimentais, não obtendo, no entanto, o detalhe que necessita nas respostas que foram dadas", criticam no texto.

O ministro da Defesa tem insistido em diversas ocasiões numa "inversão de ciclo" no que toca ao número de efetivos.

Na comissão de Defesa do passado dia 12 de março, Nuno Melo afirmou que os números ainda estavam a ser consolidados, apontando que em 2023 registaram-se 23.757 militares, no ano seguinte caiu para 23.667, "tendo subido agora consistentemente para 24.520 militares".

 

 

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