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A resposta aos danos da depressão Kristin e a evolução do estado do tempo

Queda de grua na Figueira da Foz obriga a realojamento de seis pessoas

Queda de grua na Figueira da Foz obriga a realojamento de seis pessoas

Seis pessoas tiveram de ser realojadas durante a noite após a queda de uma grua sobre cinco prédios no centro da Figueira da Foz, informou hoje o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra.

Lusa /

A ocorrência foi registada às 3h05 na Rua Bernardo Lopes.

À Lusa, cerca das 6h00, fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra apontou que a grua caiu sobre cinco prédios, tendo sido necessário retirar os moradores e realojar seis pessoas.

"As autoridades detetaram algumas deficiências nas infraestruturas e estão a ser tomadas medidas", disse a fonte.

Já fonte dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz indicou que "não foram registados feridos, mas os danos serão consideráveis".

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, causou pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. No sábado, outros dois homens morreram ao caírem de um telhado que estavam a reparar, um no concelho da Batalha e outro em Alcobaça. Na madrugada de domingo, um homem morreu no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade, que foi prolongada este domingo, após uma reunião do Conselho de Ministros, até dia 08 de fevereiro.

 

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