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Quinta Pedagógica dos Olivais muda de nome na celebração dos 30 anos
A Quinta Pedagógica dos Olivais passa a chamar-se Quinta Pedagógica de Lisboa a partir de hoje, dia em que festeja 30 anos com a presença de 500 alunos de diferentes estabelecimentos de ensino e com várias atividades e animação. O presidente da Câmara de Lisboa participou nas comemorações.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas juntou-se à festa, conviveu com as crianças e elogiou este espaço de ligação ao mundo rural dentro da cidade e a diversidade multicultural das crianças das escolas com que se cruzou nesta visita.
"Gosto muito de ver esta Lisboa extraordinária em que estes miudos são todos Lisboetas, mas todos vêm de pontos diferentes, e isso também se vê hoje nas nossas escolas; com miudos em que os pais vêm de outos países mas que estão aqui e todos se sentem Lisboetas. E através da Quinta Pedagógica tenho a certeza que ainda são mais Lisboetas, porque esta Quinta representa bem a nossa cidade".
Carlos Moedas explicou a mudança de nome da Quinta Pedagógica dos Olivais para Quinta Pedagógica de Lisboa: " É a Quinta Pedagógica da cidade de Lisboa, porque ela é da cidade toda" disse.
Este dia especial é de festa para assinalar 3 décadas de um local que é uma referência educativa e ambiental, frequentado por milhares de famílias e pessoas, sobretudo crianças, permitindo que conheçam de perto plantas, práticas agrícolas e animais.
Criada para aproximar as crianças do mundo rural, a Quinta Pedagógica tornou-se também um espaço de memória, lazer e bem estar para toda a cidade. Entre vacas, galinhas, ovelhas, burros ou hortas, procura aproximar gerações e partilhar saberes rurais.
Inaugurada em 1996, a Quinta Pedagógica nasceu da vontade de aproximar os habitantes da cidade de uma realidade cada vez mais distante: a vida no campo, os ciclos da natureza e os saberes tradicionais.
Hoje, recebe mais de 160 mil visitantes por ano e continua a ser um espaço privilegiado de aprendizagem, onde crianças e adultos podem conhecer raças autóctones, acompanhar tarefas agrícolas ou descobrir o percurso do pão e do doce. Mas a Quinta faz-se também de pessoas: jardineiros, tratadores de animais, veterinários e muitos outros trabalhadores que todos os dias garantem que tudo funcione.