Política
Revogar a lei da identidade é "um retrocesso civilizacional"
A identidade de género volta esta quinta-feira-feira ao Parlamento para ser discutida, com o PSD e o Chega a quererem revogar a lei 38, que foi aprovada em 2018.
Esta lei, que na altura foi aprovada por maioria de esquerda, passou a permitir a alteração de nome e género no registo civil sem ser necessário um relatório clínico.
A serem aprovadas alterações na lei, essas mudanças, do ponto de vista da especialista em sexologia e psicóloga clínica Paula Allen, constituem um retrocesso civilizacional.
Quanto às consequências para os jovens que querem mudar de género, Paula Allen diz serem muitas e graves, nomeadamente no que diz respeito a um agravamento da saúde mental.
A mudança não está a ser bem aceite por algumas associações LGBTQUI+, que marcaram para esta quinta-feira manifestações.