Cultura
Rock in Rio Lisboa fecha uma das maiores edições de sempre e reforça imagem internacional da cidade
O Rock in Rio Lisboa encerrou uma das maiores edições de sempre, com cerca de 330 mil visitantes. Para Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio Lisboa, mais importante do que o número de entradas foi o elevado nível de satisfação do público. "O que vale a pena olhar é o sucesso, o nível de reclamações baixíssimo e a felicidade das pessoas", afirmou.
Festival torna-se "postal" de Lisboa
Roberta Medina revela que o recinto obteve uma classificação média de 8 em 10 no primeiro fim de semana, com cerca de 100 mil pessoas por dia. "Conseguimos uma operação fluida. Era esse o objetivo: consolidar esta casa, no Parque Tejo, o Parque Papa Francisco. A casa está consolidada", admitindo, no entanto que continuam a existir aspetos a melhorar.
A próxima edição do Rock in Rio Lisboa será nos dias 17, 18, 24 e 25 de junho de 2028. Não há ainda artistas confirmados. Roberta Medina diz que a organização já trabalha em melhorias na circulação do público, na programação e na aposta em tecnologia, cidades inteligentes e turismo. "Vamos continuar a inovar, surpreender e crescer", garantiu Roberta Medina. E para 2030 promete uma edição ao nível do Mundial de Futebol, de recordar que Portugal é um dos organizadores desse prova desportiva.
Em entrevista à jornalista Margarida Vaz, o vice-presidente de Operações do Rock in Rio Lisboa, Ricardo Acto, faz um balanço positivo da operação de mobilidade e destaca o aumento da utilização dos transportes disponibilizados aos festivaleiros.
"Os números indicam que as pessoas estão a procurar soluções", afirma Ricardo Acto e refere que o shuttle da Carris transportou cerca de 50 mil pessoas no primeiro dia e que "os comboios iam cheios".
Ricardo Acto, responsável pelas Operações do Rock in Rio Lisboa, diz que os visitantes se distribuíram pelas diferentes formas de chegar ao recinto. O responsável de operações acredita que a adaptação ao novo recinto tem contribuído para melhorar a mobilidade. "Já há muitos milhares de pessoas que repetem a vinda ao Rock in Rio" e, por isso, "começam a conhecer o espaço". Acrescenta ainda que "as pessoas estão a descobrir os locais à volta do local do festival, como por exemplo Sacavém", um processo que considera natural e que "vai evoluindo" com o tempo.
Apesar dos resultados positivos, Ricardo Acto diz que ainda há aspetos a melhorar. "Temos sempre espaço para evoluir", refere.
A organização destaca ainda o impacto internacional das imagens do recinto, junto à Ponte Vasco da Gama, que considera já serem um "cartão-postal" de Lisboa. "As imagens que estão a circular no mundo vão trazendo aquilo que queremos construir: o crescimento do mercado e a valorização da cultura", disse Roberta Medina, defendendo que o sucesso do festival impulsiona a música, a cultura e o turismo.
"A casa no Parque Papa Francisco está consolidada"
Dias 17, 18, 24 e 25 de junho, a data da edição de 2028
Chegar ao Festival teve maior adesão aos transportes públicos
"Os números indicam que as pessoas estão a procurar soluções", afirma Ricardo Acto e refere que o shuttle da Carris transportou cerca de 50 mil pessoas no primeiro dia e que "os comboios iam cheios".
Operação bem-sucedida e familiarização com o recinto
Apesar dos resultados positivos, Ricardo Acto diz que ainda há aspetos a melhorar. "Temos sempre espaço para evoluir", refere.