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Ruben de Carvalho quer pólo de tecnologias de ponta em antiga zona industrial

Ruben de Carvalho quer pólo de tecnologias de ponta em antiga zona industrial

O cabeça-de-lista da CDU à câmara de Lisboa, Ruben de Carvalho, propôs a criação de um pólo de tecnologias de ponta e investigação produtiva, aproveitando as áreas industriais desactivadas na zona oriental da cidade.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. /

As antigas instalações industriais desactivadas na zona oriental, como a CENTREL, a Fábrica Barros e a UTIC, em estado de degradação, convivem com o betão da construção de prédios novos e condomínios fechados sem um plano de recuperação que tenha em conta a população local, apontou o candidato, numa visita à zona.

"Todas estas edificações foram autorizadas por causa daquela invenção do Santana Lopes e companhia, as revisões simplificadas do PDM. É a cultura da compactação: onde há um lote vazio, deita-se para lá betão", criticou.

O eixo da Avenida Infante d. Henrique, Avenida de Pádua e a antiga rua operária da Centieira são o "exemplo acabado" da "política do betão nos últimos seis anos", disse Ruben de Carvalho, apontando o exemplo do condomínio fechado "Metromix" que, "para além de tirar a vista do rio" aos bairros antigos dos Olivais Sul e Norte, vai condicionar toda a recuperação da zona.

Ruben de Carvalho propôs o aproveitamento das áreas industriais desactivadas para "a criação de um pólo de fixação de novas actividades produtivas, tecnologicamente evoluídas e ambientalmente sustentáveis".

Para isso, é preciso "dar prioridade máxima" à revisão do Plano Director Municipal, e "acabar com a figura das revisões simplificadas", que "têm sido usadas para autorizar todo o tipo de negócios de especulação imobiliária", disse.

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