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Ryanair foge ao fisco e processa grevistas para despedimento

Ryanair foge ao fisco e processa grevistas para despedimento

A companhia aérea abriu um processo disciplinar com vista a despedimento por justa causa a 14 trabalhadores e o Sindicato do Pessoal de Voo da Aviação Civil acusou a Ryanair de coação e chantagem.

RTP /

Foto: Quique Garcia, Lusa

Tripulantes surpreendidos, não em voo mas em terra, por email e por carta: o aviso da Ryanair para 14 trabalhadores é de suspensão imediata.

Suspensão significa simplesmente que até o processo estar concluído não recebem salário. E, mesmo que o caso seja arquivado como espera o sindicato, os retroativos a receber são inferiores ao rendimento habitual, já que muitos recebem por voo realizado.

Em causa estão os dias de greve. A empresa acusa os trabalhadores de falta de comparência para cumprirem os serviços mínimos decretados pelo governo.

O sindicato garante a legalidade, mas atira farpas ao executivo: de acordo com o sindicato, o governo tarda em agir.

O Ministério do Trabalho não comenta, quando no horizonte há outra greve marcada na Ryanair a 27 de setembro e serviços mínimos para avaliar.

Queixam-se os tripulantes e queixam-se os passageiros: faturas sem número de contribuinte há mais de um ano. D Ministério das Finanças,
a resposta: "A autoridade Tributária e Aduaneira tem tomado todas asacções legalmente previstas para garantir o cumprimento da legislação nacional e europeia por parte dos agentes económicos".

Sem mais pormenores, perante denúncias que se arrastam no tempo perante denúncias que se arrastam no tempo

Quanto à Ryanair, a RTP tentou contactar a empresa irlandesa, mas não foi possível obter qualquer esclarecimento.
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