País
Crise PSD
Santana Lopes avança com candidatura a líder do PSD
Pedro Santana Lopes, presidente do grupo parlamentar social-democrata, deu a conhecer esta quinta-feira que é candidato à liderança do PSD, num anúncio à margem dos trabalhos na Assembleia da República.
"Sou candidato à liderança do PPD/PSD nas eleições directas convocadas pelo Conselho Nacional para o próximo dia 31 de Maio", anunciou Santana Lopes num comunicado de duas linhas distribuído aos jornalistas no Parlamento.
Mais tarde, num encontro em que se disponibilizou para responder a perguntas, Santana Lopes afirmou que não é candidato de facções, pelo que espera o apoio das bases do partido.
"Eu não sou candidato de facções, não sou candidato de ismos. Só tenho um ismo, o sá-carneirismo, digo-o há muitos anos", afirmou o líder da bancada parlamentar social-democrata, para se mostrar confiante em que "os apoios irão surgir na altura própria".
"Quem espero que me apoie são as bases do partido. São as bases que vão decidir, são elas que têm nas mãos o futuro do PPD/PSD", explicou Santana Lopes, anunciando a apresentação formal da sua candidatura para a próxima semana.
Candidatura de Santana saudada como "sinal de vitalidade" do partido
Ângelo Correia reagiu de forma cautelosa à decisão de Santana Lopes de avançar para a corrida à liderança do partido. Remetendo para mais tarde o nome do candidato que vai apoiar, o presidente da Mesa do Congresso do PSD disse apenas que celebra a candidatura de Pedro Santana Lopes como celebra todas as outras.
"Primeiro, celebro todas as candidaturas à liderança do PSD. São um bom sinal, sinal de que o partido tem vitalidade. Em segundo lugar, não posso nesta altura dar apoio ou não a nenhuma candidatura. Não vou, por enquanto, exprimir qualquer preferência, apoiar nem desapoiar nenhuma candidatura. Respeito-as todas", respondeu Ângelo Correia, solicitado pela Lusa para comentar a candidatura do líder da bancada parlamentar.
O surgimento de uma nova candidatura foi igualmente saudada por Mário Patinha Antão e António Neto da Silva. Os também candidatos recusaram-se, no entanto, a comentar o nome de Pedro Santana Lopes.
Patinha Antão preferiu declarar-se empenhado num "debate saudável e vivo", enquanto Neto da Silva viu o anúncio como "um sinal de vitalidade do partido".
Já Manuela Ferreira Leite, contactada pela Lusa, recusou-se a comentar o anúncio de Santana Lopes.
Cinco candidatos disputam liderança a 31 de Maio
Às eleições directas para escolher o sucessor de Luís Filipe Menezes foram já apresentadas cinco candidaturas: o antigo líder da JSD Pedro Passos Coelho, o vice-presidente social-democrata Mário Patinha Antão, o empresário Neto da Silva, a antiga ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite e o líder da bancada parlamentar Pedro Santana Lopes.
As directas para a liderança do PSD foram ontem marcadas em definitivo para 31 de Maio. O congresso para eleger os novos órgãos nacionais do partido vai realizar-se entre 6 e 8 de Junho, em Guimarães.
Mais tarde, num encontro em que se disponibilizou para responder a perguntas, Santana Lopes afirmou que não é candidato de facções, pelo que espera o apoio das bases do partido.
"Eu não sou candidato de facções, não sou candidato de ismos. Só tenho um ismo, o sá-carneirismo, digo-o há muitos anos", afirmou o líder da bancada parlamentar social-democrata, para se mostrar confiante em que "os apoios irão surgir na altura própria".
"Quem espero que me apoie são as bases do partido. São as bases que vão decidir, são elas que têm nas mãos o futuro do PPD/PSD", explicou Santana Lopes, anunciando a apresentação formal da sua candidatura para a próxima semana.
Candidatura de Santana saudada como "sinal de vitalidade" do partido
Ângelo Correia reagiu de forma cautelosa à decisão de Santana Lopes de avançar para a corrida à liderança do partido. Remetendo para mais tarde o nome do candidato que vai apoiar, o presidente da Mesa do Congresso do PSD disse apenas que celebra a candidatura de Pedro Santana Lopes como celebra todas as outras.
"Primeiro, celebro todas as candidaturas à liderança do PSD. São um bom sinal, sinal de que o partido tem vitalidade. Em segundo lugar, não posso nesta altura dar apoio ou não a nenhuma candidatura. Não vou, por enquanto, exprimir qualquer preferência, apoiar nem desapoiar nenhuma candidatura. Respeito-as todas", respondeu Ângelo Correia, solicitado pela Lusa para comentar a candidatura do líder da bancada parlamentar.
O surgimento de uma nova candidatura foi igualmente saudada por Mário Patinha Antão e António Neto da Silva. Os também candidatos recusaram-se, no entanto, a comentar o nome de Pedro Santana Lopes.
Patinha Antão preferiu declarar-se empenhado num "debate saudável e vivo", enquanto Neto da Silva viu o anúncio como "um sinal de vitalidade do partido".
Já Manuela Ferreira Leite, contactada pela Lusa, recusou-se a comentar o anúncio de Santana Lopes.
Cinco candidatos disputam liderança a 31 de Maio
Às eleições directas para escolher o sucessor de Luís Filipe Menezes foram já apresentadas cinco candidaturas: o antigo líder da JSD Pedro Passos Coelho, o vice-presidente social-democrata Mário Patinha Antão, o empresário Neto da Silva, a antiga ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite e o líder da bancada parlamentar Pedro Santana Lopes.
As directas para a liderança do PSD foram ontem marcadas em definitivo para 31 de Maio. O congresso para eleger os novos órgãos nacionais do partido vai realizar-se entre 6 e 8 de Junho, em Guimarães.