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Sindicato do Pessoal de Voo estranha silêncio dos governantes no caso Ryanair

Sindicato do Pessoal de Voo estranha silêncio dos governantes no caso Ryanair

O Sindicato de Pessoal de Voo da Aviação Civil volta a pedir a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho, acusando a Ryanair de violar a lei da greve e não respeitar a legislação laboral portuguesa.

Antena 1 /

Foto: Reuters

Hoje mesmo seguiu para a ACT uma denúncia sobre a substituição de grevistas por tripulações estrangeiras. 

Uma prática que levou à ação de vários inspetores, na quinta feira, o primeiro dia de greve das tripulações portuguesas.

Contactada esta tarde pela Antena 1, fonte da Autoridade para as Condições do Trabalho revelou que foi aberta uma ação inspectiva contra a Ryanair, mas que não é esperada a presença de inspetores nos aeroportos hoje, como aconteceu na última quinta feira.

O Sindicato dos Pessoal de Voo da Aviação Civil, que marcou estes três dias de greve na Ryanair, apela ainda à intervenção do governo. Luciana Passo estranha o silêncio dos governantes depois de todas as denúncias feitas sobre as práticas da companhia aérea irlandesa. 

Luciana Passo admite que, depois da greve de quarta feira em Portugal, pode vir a ser preparada uma greve a nível europeu, já que é grande a solidariedade demonstradas pelas outras tripulações.

A Ryanair admite ter estado a recorrer a voluntários e a tripulações estrangeiras, durante a greve em Portugal. Numa nota enviada aos trabalhadores a que a Antena1 teve acesso, o diretor de Estratégia e Operações da empresa irlandesa agradece a todos os que trabalharam na última quinta-feira, primeiro dia de greve.

No mesmo texto Darrel Hughes lembra que a recusa ao serviço é uma assunto sério, que pode ser alvo de um processo disciplinar, acabando no desemprego, transferência ou promoção do trabalhador.

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