País
SIRESP falha desde 2010
Mais de uma dezena de relatórios de desempenho do SIRESP, a que o Jornal de Notícias teve acesso, revelam falhas sistemáticas de operacionalidade nas intempéries e fogos. De acordo com o jornal, na cimeira da NATO ou na visita do Papa Bento XVI o sistema também registou falhas.
A rede SIRESP, utilizada pelas forças de segurança e pelos bombeiros, tem colapsado praticamente todos os anos por altura das tempestades, diz o JN.
Os relatórios a que o jornal teve acesso revelam cortes de energia, falhas em baterias, ausência de geradores de reserva, cabos ardidos ou destruídos durante tempestades, estações em modo local (fora de rede) e antenas móveis e fixas com pouca capacidade para dar conta das comunicações de emergência.
Durante a tempestade “Stephanie”, em fevereiro de 2014, 65 estações-base, ou seja 13 por cento do total da rede) estiveram em baixo por cortes de energia. E depois houve um “apagão” quando se acabaram as baterias que alimentavam o sistema, garante o JN. Nas intempéries de 2013, 16 por cento da rede também tinha colapsado.
De acordo com o jornal, as antenas móveis que permitem suprir as falhas das antenas fixas raramente foram usadas.
A lista enumerada pelo JN continua. Nas épocas de fogos de 2011, 2012, 2013 e 2016 houve cabos ardidos e antenas em baixo. Na cimeira da NATO, em 2010, houve falta de cobertura de rede e saturação de equipamentos. Durante a visita de Bento XVI a Portugal, as estações em redor de Fátima saturaram.
O jornal confrontou o Ministério da Administração Interna, que não quis comentar os relatórios revelados, remetendo uma “posição final” para quando estiver concluído o estudo técnico independente encomendado em julho ao Instituto das Telecomunicações.
Os relatórios a que o jornal teve acesso revelam cortes de energia, falhas em baterias, ausência de geradores de reserva, cabos ardidos ou destruídos durante tempestades, estações em modo local (fora de rede) e antenas móveis e fixas com pouca capacidade para dar conta das comunicações de emergência.
Durante a tempestade “Stephanie”, em fevereiro de 2014, 65 estações-base, ou seja 13 por cento do total da rede) estiveram em baixo por cortes de energia. E depois houve um “apagão” quando se acabaram as baterias que alimentavam o sistema, garante o JN. Nas intempéries de 2013, 16 por cento da rede também tinha colapsado.
De acordo com o jornal, as antenas móveis que permitem suprir as falhas das antenas fixas raramente foram usadas.
A lista enumerada pelo JN continua. Nas épocas de fogos de 2011, 2012, 2013 e 2016 houve cabos ardidos e antenas em baixo. Na cimeira da NATO, em 2010, houve falta de cobertura de rede e saturação de equipamentos. Durante a visita de Bento XVI a Portugal, as estações em redor de Fátima saturaram.
O jornal confrontou o Ministério da Administração Interna, que não quis comentar os relatórios revelados, remetendo uma “posição final” para quando estiver concluído o estudo técnico independente encomendado em julho ao Instituto das Telecomunicações.