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Substituição dos F-16. Frota portuguesa de 28 caças tem mais de 30 anos
Os norte-americanos da Lockheed Martin dizem que a colaboração de mais de 50 anos com a Força Aérea Portuguesa não pode ser ignorada. E garantem que a opção pelos F-35 não põe em causa a soberania europeia.
A Lockheed Martin não é a única na corrida. Os suecos da Saab já acenaram com compromissos com a indústria portuguesa caso o Estado escolha o caça Grippen.
Também a Airbus, que lidera o consórcio Eurofighter, lembra que o tema da soberania europeia é mais atual do que nunca. Para os norte-americanos a questão da independência operacional é um não-assunto. Até porque esta visita a Portugal serviu para assinar um memorando de entendimento para pensar potenciais colaborações com a indústria portuguesa.