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TAP cortou prémio de desempenho a 10 funcionárias que estiveram de licença de maternidade

TAP cortou prémio de desempenho a 10 funcionárias que estiveram de licença de maternidade

Dez funcionárias da TAP acusam a empresa de discriminação por não lhes ter sido pago prémio de desempenho quando estavam grávidas. O caso remonta a 2007, altura em que as trabalhadores estiveram de baixa ou licença de maternidade. Contactada pela RTP, a TAP diz que o acordo da empresa estipula que este prémio contempla o trabalho efectivamente prestado e que, tendo em conta a ausência igual ou superior a 5 meses, estas mulheres não o podiam receber.

RTP /
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