País
Técnicos de emergência pré-hospitalar em greve
Os técnicos de emergência pré-hospitalar iniciaram uma greve ao trabalho suplementar, por tempo indeterminado, a exigir medidas para tornar a carreira mais atrativa, como forma de combater a taxa de 30% de abandono da profissão.
O protesto não tem data para terminar. Serve para exigir uma carreira mais atrativa.
Apesar de a greve ser ao trabalho suplementar, o presidente do sindicato, Rui Lázaro, avisa para a possibilidade de complicações no atendimento das chamadas para o 112 e nos pedidos de ambulâncias.
São problemas ainda sem resposta por parte do novo ministro da saúde, Manuel Pizarro, e que já tinham sido transmitidas à anterior responsável pela pasta.
De acordo com o pré-aviso, a paralisação, que teve início às 00h00 desta terça-feira, abrange todos os técnicos de emergência pré-hospitalar do INEM e inclui todos os eventos programados que o instituto se proponha a assegurar, “para lá daquilo que é a sua atividade normal e legalmente exigível”.
Uma vez que a greve se refere a trabalho suplementar, a estrutura sindical não apresentou qualquer proposta de serviços mínimos por “não serem devidos”, já que “todo o trabalho em horário normal urgente e emergente continuará a ser garantido em todos os turnos”.
Apesar de a greve ser ao trabalho suplementar, o presidente do sindicato, Rui Lázaro, avisa para a possibilidade de complicações no atendimento das chamadas para o 112 e nos pedidos de ambulâncias.
O sindicato dos técnicos de emergência pré-hospitalar explica que os baixos salários deixam os concursos desertos num setor em que há uma taxa de abandono de 30 por cento.
“A forma de combater isso é tornar a carreira mais atrativa, revendo imediatamente o índice remuneratório, que está próximo do salário mínimo nacional”, refere o sindicato.
De acordo com o pré-aviso, a paralisação, que teve início às 00h00 desta terça-feira, abrange todos os técnicos de emergência pré-hospitalar do INEM e inclui todos os eventos programados que o instituto se proponha a assegurar, “para lá daquilo que é a sua atividade normal e legalmente exigível”.
Uma vez que a greve se refere a trabalho suplementar, a estrutura sindical não apresentou qualquer proposta de serviços mínimos por “não serem devidos”, já que “todo o trabalho em horário normal urgente e emergente continuará a ser garantido em todos os turnos”.
O sindicato assegurou ainda que as “ocorrências multivítimas e catástrofes naturais ou outras que possam vir a ocorrer” não estão abrangidas por esta paralisação, adiantando que, para essas situações, “os trabalhadores estarão sempre disponíveis para acorrer às necessidades que se imponham e prestarão o trabalho suplementar que se mostrar necessário”.