País
Temido visita obras do novo Hospital Central do Alentejo
A ministra da Saúde, Marta Temido, visita esta sexta-feira as obras do novo Hospital Central do Alentejo, em Évora, que deverão estar concluídas no final de 2023, num investimento total de 210 milhões de euros.
De acordo com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, o projeto do novo hospital envolve um investimento total de cerca de 210 milhões de euros, já que aos cerca de 180 milhões da construção se juntam perto de mais 30 milhões para equipamento de tecnologia de ponta.
O concurso público relativo à empreitada foi ganho pelo grupo espanhol Acciona, em abril de 2020, tendo a construção sido adjudicada à empresa pela ARS em novembro desse ano e consignada em julho de 2021.
No início de junho, em declarações à Lusa, a presidente da ARS do Alentejo, Maria Filomena Mendes, revelou que os trabalhos de escavação e movimentação de terras estavam praticamente concluídos e já tinham sido iniciados os trabalhos relativos às fundações, com a aplicação do betão de limpeza.
A futura unidade hospitalar, a situar na periferia da cidade de Évora, vai ocupar uma área de 1,9 hectares e ter uma capacidade de 351 camas em quartos individuais, que pode ser aumentada, em caso de necessidade, até 487.
Com 30 camas de cuidados intensivos/intermédios e 15 de cuidados paliativos, a nova unidade vai ter, entre outras das valências, 11 blocos operatórios, três dos quais para atividade convencional, seis para ambulatório e dois de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.
O concurso público relativo à empreitada foi ganho pelo grupo espanhol Acciona, em abril de 2020, tendo a construção sido adjudicada à empresa pela ARS em novembro desse ano e consignada em julho de 2021.
No início de junho, em declarações à Lusa, a presidente da ARS do Alentejo, Maria Filomena Mendes, revelou que os trabalhos de escavação e movimentação de terras estavam praticamente concluídos e já tinham sido iniciados os trabalhos relativos às fundações, com a aplicação do betão de limpeza.
A futura unidade hospitalar, a situar na periferia da cidade de Évora, vai ocupar uma área de 1,9 hectares e ter uma capacidade de 351 camas em quartos individuais, que pode ser aumentada, em caso de necessidade, até 487.
Com 30 camas de cuidados intensivos/intermédios e 15 de cuidados paliativos, a nova unidade vai ter, entre outras das valências, 11 blocos operatórios, três dos quais para atividade convencional, seis para ambulatório e dois de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.