País
Tornado deixa rasto de destruição em Santarém
Quatro fábricas foram destruídas no concelho de Santarém pelo tornado que esta manhã passou pela região, extinguindo 50 postos de trabalho. O Governo vai “arranjar soluções” no âmbito do QREN, confirmou o chefe de gabinete do governador civil de Santarém.
“Neste momento estamos a procurar avaliar os danos na sua globalidade. Há 50 postos de trabalho que estão perdidos neste momento. É preciso recuperá-los urgentemente. Temos uma série de pessoas que vão estar alojadas precariamente em casa de amigos”, declarou esta tarde o presidente da Câmara Municipal de Santarém.
Moita Flores lamentou que os estragos se localizassem “numa zona extremamente deprimida do ponto de vista da pobreza e do envelhecimento”.
O autarca, que esteve em contacto com o ministro da Administração Interna ao longo do dia, confirmou que o Governo se manifestou disponível para analisar formas de minimizar os estragos.
“Vamos arranjar soluções, nomeadamente através do Quadro de Referência Estratégico Nacional, vamos ver o valor dos prejuízos e ver onde é possível apoiar, até porque há partes cobertas pelos seguros”, disse Carlos Catalão.
Vento de 200 quilómetros atinge região de Santarém
As freguesias de Amiais de Baixo, onde o tornado teve início, Abra, Pernes e Alcanena foram as mais afectadas, estando ainda os danos a serem contabilizados.
O tornado, com ventos que atingiram os 200 quilómetros por hora, provocou ferimentos em sete pessoas e deixou um rasto de destruição. Quatro pessoas foram levadas ao Hospital de Santarém “por precaução, para despistar eventuais fracturas”, referiu o chefe de gabinete do governador civil de Santarém.
Seis casas ficaram totalmente destruídas e 15 apresentavam graves danos. Mais de 20 carros foram atingidos. As rajadas de vento derrubaram árvores e arrancaram telhados de escolas.
No final da tarde, os meios de auxílio ainda continuavam no terreno, com “os bombeiros a auxiliar os trabalhadores das autarquias, nomeadamente com as auto-escadas, nas reparações, além de que uma equipa do INEM e técnicos dos serviços de Acção Social da Câmara de Santarém estão a prestar apoio psicológico”, acrescentou.
Moita Flores lamentou que os estragos se localizassem “numa zona extremamente deprimida do ponto de vista da pobreza e do envelhecimento”.
O autarca, que esteve em contacto com o ministro da Administração Interna ao longo do dia, confirmou que o Governo se manifestou disponível para analisar formas de minimizar os estragos.
“Vamos arranjar soluções, nomeadamente através do Quadro de Referência Estratégico Nacional, vamos ver o valor dos prejuízos e ver onde é possível apoiar, até porque há partes cobertas pelos seguros”, disse Carlos Catalão.
Vento de 200 quilómetros atinge região de Santarém
As freguesias de Amiais de Baixo, onde o tornado teve início, Abra, Pernes e Alcanena foram as mais afectadas, estando ainda os danos a serem contabilizados.
O tornado, com ventos que atingiram os 200 quilómetros por hora, provocou ferimentos em sete pessoas e deixou um rasto de destruição. Quatro pessoas foram levadas ao Hospital de Santarém “por precaução, para despistar eventuais fracturas”, referiu o chefe de gabinete do governador civil de Santarém.
Seis casas ficaram totalmente destruídas e 15 apresentavam graves danos. Mais de 20 carros foram atingidos. As rajadas de vento derrubaram árvores e arrancaram telhados de escolas.
No final da tarde, os meios de auxílio ainda continuavam no terreno, com “os bombeiros a auxiliar os trabalhadores das autarquias, nomeadamente com as auto-escadas, nas reparações, além de que uma equipa do INEM e técnicos dos serviços de Acção Social da Câmara de Santarém estão a prestar apoio psicológico”, acrescentou.