País
Tráfico de substâncias e peculato. Cinco detidos em operação da PJ com buscas no Hospital das Forças Armadas e prisão da Carregueira
Operação 'Oeste' levou à execução de um mandado de detenção, fora de flagrante delito, e 16 mandados de busca e apreensão "que visaram domicílios, uma unidade hospitalar e um estabelecimento prisional".
A Polícia Judiciária (PJ) deteve cinco pessoas numa operação contra o tráfico de substâncias proibidas, tendo feito buscas no Hospital das Forças Armadas, na prisão da Carregueira e em domicílios, por suspeitas de tráfico, branqueamento e peculato.
Segundo um comunicado divulgado hoje pela PJ, no âmbito da operação 'Oeste', a Unidade Nacional de Combate à Corrupção executou na quinta-feira, na região oeste e na grande Lisboa, um mandado de detenção, fora de flagrante delito, e 16 mandados de busca e apreensão, "que visaram domicílios, uma unidade hospitalar e um estabelecimento prisional, por fortes suspeitas da prática dos crimes de tráfico de substâncias e métodos proibidos, branqueamento e peculato", sem especificar qual o hospital ou o estabelecimento prisional.
Fonte próxima da investigação adiantou à Lusa que as buscas decorreram no Hospital das Forças Armadas e no estabelecimento prisional da Carregueira (Belas, Sintra), e que o detido fora de flagrante delito trabalha na farmácia do hospital.
"Em causa está a comercialização de substâncias anabolizantes e de fármacos sujeitos a receita médica e a dissimulação dos lucros dessa atividade ilícita. No âmbito das diligências realizadas, foram ainda concretizadas quatro detenções em flagrante delito (três homens e uma mulher), pela posse de substâncias proibidas", adiantou o comunicado da PJ.
A operação policial levou ainda à apreensão de centenas de embalagens de substâncias proibidas, cerca de 10 mil euros em dinheiro, 11 viaturas, para além de terem sido recolhidos "importantes elementos de prova", que seguem para análise.
Os detidos estão hoje a ser presentes a tribunal para aplicação de medidas de coação.
O inquérito é tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Loures e a operação policial contou com a colaboração e apoio do departamento de combate à corrupção e crime financeiro da Interpol e do Grupo Operacional Cinotécnico da Unidade Especial da Polícia de Segurança Pública.
Segundo um comunicado divulgado hoje pela PJ, no âmbito da operação 'Oeste', a Unidade Nacional de Combate à Corrupção executou na quinta-feira, na região oeste e na grande Lisboa, um mandado de detenção, fora de flagrante delito, e 16 mandados de busca e apreensão, "que visaram domicílios, uma unidade hospitalar e um estabelecimento prisional, por fortes suspeitas da prática dos crimes de tráfico de substâncias e métodos proibidos, branqueamento e peculato", sem especificar qual o hospital ou o estabelecimento prisional.
Fonte próxima da investigação adiantou à Lusa que as buscas decorreram no Hospital das Forças Armadas e no estabelecimento prisional da Carregueira (Belas, Sintra), e que o detido fora de flagrante delito trabalha na farmácia do hospital.
"Em causa está a comercialização de substâncias anabolizantes e de fármacos sujeitos a receita médica e a dissimulação dos lucros dessa atividade ilícita. No âmbito das diligências realizadas, foram ainda concretizadas quatro detenções em flagrante delito (três homens e uma mulher), pela posse de substâncias proibidas", adiantou o comunicado da PJ.
A operação policial levou ainda à apreensão de centenas de embalagens de substâncias proibidas, cerca de 10 mil euros em dinheiro, 11 viaturas, para além de terem sido recolhidos "importantes elementos de prova", que seguem para análise.
Os detidos estão hoje a ser presentes a tribunal para aplicação de medidas de coação.
O inquérito é tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Loures e a operação policial contou com a colaboração e apoio do departamento de combate à corrupção e crime financeiro da Interpol e do Grupo Operacional Cinotécnico da Unidade Especial da Polícia de Segurança Pública.