País
Tratamentos termais vão ser comparticipados
Os tratamentos termais vão passar a fazer parte do Serviço Nacional de Saúde (SNS) a partir de 1 de janeiro de 2019.
Esses tratamentos passarão a ser receitados pelo médico de família e voltam a ser comparticipados.
Até 2011 os tratamentos termais eram comparticipados pelo SNS em regime livre mas estavam na mesma categoria de tratamentos comparticipados no privado, o que determinou o corte pela austeridade da “troika”.
Com um orçamento global de 600 mil euros para 2019, a comparticipação das termas só poderá beneficiar um máximo de 6315 utentes (95 euros cada).
Os tratamentos termais englobam uma panóplia de doenças como: reumáticas e músculo esqueléticas, aparelho respiratório, pele, metabólico-endócrinas, aparelhos digestivo, circulatório, aparelho nefro-urinário, ginecológicas e sistema nervoso.
Outro efeito da integração das termas no SNS é a possibilidade de cidadãos europeus poderem realizar tratamentos em Portugal e receberem as comparticipações dos respetivos serviços de saúde.
A portaria da responsabilidade das secretarias de Estado da Saúde e do Turismo, em destaque na edição desta segunda-feira o Jornal de Notícias e detalhada pela jornalista Rosa Azevedo, define o valor máximo da comparticipação por utente e por conjunto de tratamentos (35 ou 95 por cento).
Com um orçamento global de 600 mil euros para 2019, a comparticipação das termas só poderá beneficiar um máximo de 6315 utentes (95 euros cada).
Os tratamentos termais englobam uma panóplia de doenças como: reumáticas e músculo esqueléticas, aparelho respiratório, pele, metabólico-endócrinas, aparelhos digestivo, circulatório, aparelho nefro-urinário, ginecológicas e sistema nervoso.
Outro efeito da integração das termas no SNS é a possibilidade de cidadãos europeus poderem realizar tratamentos em Portugal e receberem as comparticipações dos respetivos serviços de saúde.