Tratamentos termais vão ser comparticipados

Tratamentos termais vão ser comparticipados

Os tratamentos termais vão passar a fazer parte do Serviço Nacional de Saúde (SNS) a partir de 1 de janeiro de 2019.

Mário Aleixo - RTP /
Os tratamentos termais voltam a ser comparticipados pelo Serviço Nacional de Saúde Nacho Doce - Reuters

Esses tratamentos passarão a ser receitados pelo médico de família e voltam a ser comparticipados.

A portaria da responsabilidade das secretarias de Estado da Saúde e do Turismo, em destaque na edição desta segunda-feira o Jornal de Notícias e detalhada pela jornalista Rosa Azevedo, define o valor máximo da comparticipação por utente e por conjunto de tratamentos (35 ou 95 por cento).

Até 2011 os tratamentos termais eram comparticipados pelo SNS em regime livre mas estavam na mesma categoria de tratamentos comparticipados no privado, o que determinou o corte pela austeridade da “troika”.

Com um orçamento global de 600 mil euros para 2019, a comparticipação das termas só poderá beneficiar um máximo de 6315 utentes (95 euros cada).

Os tratamentos termais englobam uma panóplia de doenças como: reumáticas e músculo esqueléticas, aparelho respiratório, pele, metabólico-endócrinas, aparelhos digestivo, circulatório, aparelho nefro-urinário, ginecológicas e sistema nervoso.

Outro efeito da integração das termas no SNS é a possibilidade de cidadãos europeus poderem realizar tratamentos em Portugal e receberem as comparticipações dos respetivos serviços de saúde.
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