UNESCO queixa-se de falta de informação do Estado português, explica Presidente do ICOMOS Portugal

UNESCO queixa-se de falta de informação do Estado português, explica Presidente do ICOMOS Portugal

A presidente da comissão portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS), Ana Paula Amendoeira, acredita que a posição da UNESCO em relação à Barragem do Tua não vai afetar a classificação de património mundial do Douro.

Sandra Henriques /
Em declarações à Antena1, a presidente em Portugal da organização internacional da UNESCO para monumentos e sítios comenta o relatório da instituição que vai mandar parar as obras de construção da Barragem do Tua.

Num projeto de decisão, a que o jornal Público teve acesso, o Comité do Património Mundial da UNESCO acusa as autoridades portuguesas de deslealdade por nunca terem referido a intenção de construir a Barragem do Tua no processo de candidatura do Douro a património mundial.

Ana Paula Amendoeira explica que se trata de uma consequência do relatório de dezembro e refere que houve falta de informação por parte do Estado português. A presidente do ICOMOS Portugal sublinha que não bastava indicar o nome do arquiteto responsável pela obra.

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