País
Alunos do Secundário vão ter acesso à correção dos exames nacionais
O ministro da Educação anunciou esta segunda-feira que os alunos do 11.º e 12.º anos vão ter acesso à correção dos exames nacionais que realizaram este ano mesmo sem pedirem a consulta da prova.
Até agora, os alunos só tinham acesso à prova e à respetiva correção se apresentassem um requerimento de consulta após a publicação das notas, em caso de pedirem a reapreciação da prova.
"Quando forem publicadas as notas, no dia 17, os alunos poderão aceder à prova que realizaram, consultar a prova, verificar que a prova que eles fizeram foi a prova que foi corrigida e as classificações que tiveram em cada um dos itens", indicou o ministro Fernando Alexandre.
A partir deste ano, aquando da publicação das pautas com as notas, os alunos vão receber um link de acesso a todas as provas que realizaram e a respetiva correção. Uma medida que não estava prevista, mas que será já adotada nesta primeira fase de exames.
"Dessa forma, pensamos que garantimos, de facto, a confiança que é essencial num processo de avaliação externa, como a dos exames nacionais", justificou o ministro da Educação, Ciência e Inovação.
É mais uma mudança em relação aos exames nacionais do ensino secundário que, apesar de continuarem a ser realizados em papel, estão a ser corrigidos em formato digital este ano pela primeira vez.
Este processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas, tendo sido reportados vários problemas desde o início da classificação de provas.
Devido aos problemas técnicos identificados logo nos primeiros dias, o Governo anunciou, na semana passada, o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais.
Os professores terão agora até 14 de julho para classificar as provas, em vez de dia 10, e os resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho.
A segunda fase dos exames finais nacionais do ensino secundário, que deveria começar a 16 de julho, arranca apenas a 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.
Questionado sobre eventuais constrangimentos decorrentes do adiamento da segunda fase, Fernando Alexandre disse que "se há alguma família que demonstre que foi efetivamente prejudicada por esta situação, obviamente deve apresentar esta situação ao Estado português".
"Quando forem publicadas as notas, no dia 17, os alunos poderão aceder à prova que realizaram, consultar a prova, verificar que a prova que eles fizeram foi a prova que foi corrigida e as classificações que tiveram em cada um dos itens", indicou o ministro Fernando Alexandre.
A partir deste ano, aquando da publicação das pautas com as notas, os alunos vão receber um link de acesso a todas as provas que realizaram e a respetiva correção. Uma medida que não estava prevista, mas que será já adotada nesta primeira fase de exames.
"Dessa forma, pensamos que garantimos, de facto, a confiança que é essencial num processo de avaliação externa, como a dos exames nacionais", justificou o ministro da Educação, Ciência e Inovação.
É mais uma mudança em relação aos exames nacionais do ensino secundário que, apesar de continuarem a ser realizados em papel, estão a ser corrigidos em formato digital este ano pela primeira vez.
Este processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas, tendo sido reportados vários problemas desde o início da classificação de provas.
Devido aos problemas técnicos identificados logo nos primeiros dias, o Governo anunciou, na semana passada, o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais.
Os professores terão agora até 14 de julho para classificar as provas, em vez de dia 10, e os resultados serão afixados a 17 de julho, em vez de 14 de julho.
A segunda fase dos exames finais nacionais do ensino secundário, que deveria começar a 16 de julho, arranca apenas a 20 de julho e termina a 24 de julho, em vez de 22 de julho.
Questionado sobre eventuais constrangimentos decorrentes do adiamento da segunda fase, Fernando Alexandre disse que "se há alguma família que demonstre que foi efetivamente prejudicada por esta situação, obviamente deve apresentar esta situação ao Estado português".
O ministro acrescentou, no entanto, que "a condição absolutamente prioritária e que sobrepõe todas é o rigor na avaliação".
com Lusa