Política
André Ventura. Passos Coelho "podia dizer mais e devia clarificar mais"
André Ventura considerou esta tarde em Lisboa, que Passos Coelho deve "dizer mais e clarificar mais" sobre o que pensa sobre inúmeros assuntos que têm marcado a política portuguesa, sublinhando "que acha positivo "o ressurgimento de um primeiro-ministro que não é corrupto, nem nos roubou".
"Temos ouvido o senhor engenheiro José Sócrates a falar, eu prefiro ouvir o doutor Pedro Passos Coelho", comentou André Ventura, sobre o recente regresso do ex-primeiro-ministro social-democrata à cena política, marcado por críticas ao executivo de Luís Montenegro.
À margem do lançamento sobre a revisão da Constituição, no qual Passos Coelho também marcou presença, André Ventura defendeu esta ocasião como uma oportunidade de falar com os jornalistas, opinando que as pessoas que "ocuparam altos cargos e têm algo a dizer e têm capacidade, não devem ficar encurraladas nem desviadas do espaço público", devendo "dizerem o que pensam".
Palavras que, a seu ver, devem ser proferidas em "eventos públicos" e não à porta fechada. Nesse sentido, Pedro Passos Coelho "podia dizer mais e devia clarificar mais".
Ventura gostaria também de ouvir o ex-primeiro-ministro sobre a descida da idade da reforma, requerida pelo partido para dar aval à nova legislação laboral avançada pelo governo. Passos Coelho tem-se mostrado contrário à medida.
Rejeitando a ideia de que irá tentar convencer Passos Coelho, o líder do Chega afirmou que "eu tento dar os meus argumentos ao país, o país é que escolhe, o país é que vota", sublinhando a "capacidade de convergir" de ambos.
Apesar de não concordarem em tudo, "temos muitas proximidades", afirmou.
André Ventura gostava também de ouvir Passos Coelho sobre outros temas, como a reforma da Justiça e a revisão constitucional e, particularmente, as supeitas lançadas sobre o SIRESP, que "merecem a atenção de todos".
À margem do lançamento sobre a revisão da Constituição, no qual Passos Coelho também marcou presença, André Ventura defendeu esta ocasião como uma oportunidade de falar com os jornalistas, opinando que as pessoas que "ocuparam altos cargos e têm algo a dizer e têm capacidade, não devem ficar encurraladas nem desviadas do espaço público", devendo "dizerem o que pensam".
Palavras que, a seu ver, devem ser proferidas em "eventos públicos" e não à porta fechada. Nesse sentido, Pedro Passos Coelho "podia dizer mais e devia clarificar mais".
Ventura gostaria também de ouvir o ex-primeiro-ministro sobre a descida da idade da reforma, requerida pelo partido para dar aval à nova legislação laboral avançada pelo governo. Passos Coelho tem-se mostrado contrário à medida.
Rejeitando a ideia de que irá tentar convencer Passos Coelho, o líder do Chega afirmou que "eu tento dar os meus argumentos ao país, o país é que escolhe, o país é que vota", sublinhando a "capacidade de convergir" de ambos.
Apesar de não concordarem em tudo, "temos muitas proximidades", afirmou.
"Temos capacidade de falar, de convergir, mas não vamos estar de acordo em todas as matérias", acrescentou o líder do Chega.
Precisamente, os dois conversaram durante o lançamento do livro apresentado pelo antigo primeiro-ministro.
Passos Coelho aprovoeitou para criticar a falta de ritmo das medidas do Governo.
Para o ex-primeiro-ministro, as lideranças politicas têm que ter coragem para tomar medidas, sem estarem apenas a pensar nas eleições.
Passos Coelho aprovoeitou para criticar a falta de ritmo das medidas do Governo.
Para o ex-primeiro-ministro, as lideranças politicas têm que ter coragem para tomar medidas, sem estarem apenas a pensar nas eleições.
André Ventura gostava também de ouvir Passos Coelho sobre outros temas, como a reforma da Justiça e a revisão constitucional e, particularmente, as supeitas lançadas sobre o SIRESP, que "merecem a atenção de todos".