Política
Antigo assessor de Soares sugere "isenção partidária" nas presidências abertas de Seguro
Mário Baptista Coelho foi assessor de Mário Soares durante os dois mandatos como presidente e acompanhou as presidências abertas criadas pelo antigo chefe de Estado. Considera que na altura foi "limpa de intervenções partidárias".
No dia em que António José Seguro parte para a primeira presidência aberta, para acompanhar a recuperação da região Centro após as tempestades, Mário Baptista Coelho deixa à equipa do atual Presidente da República uma sugestão: que mantenham as presidências abertas longe de tricas políticas locais e nacionais que possam minar o sucesso do trabalho no terreno.
"Há uma coisa que eu sugeria que é não uma equidistância mas uma isenção partidária dos temas que vier a abordar", aponta Mário Baptista Coelho, professor universitário e antigo assessor de Mário Soares.
No Ponto Central da RTP Antena 1, Baptista Coelho recorda a preparação da presidência aberta do ambiente, em 1994, em que foi pedido "silêncio absoluto" nos contactos, temas e localizações.
"Não houve qualquer instrumentalização partidária", garante, apontando antes para uma "intervenção completamente limpa de intervenções partidárias", algo que "marcou completamente a presidência".
Este modelo é uma forma de "levar a presidência ao país", descreve Mário Baptista Coelho.
Nas memórias do antigo assessor está um primeiro mandato de Mário Soares feito de presidências de âmbito regional, atravessadas por várias temáticas.
No Ponto Central da RTP Antena 1, Baptista Coelho recorda a preparação da presidência aberta do ambiente, em 1994, em que foi pedido "silêncio absoluto" nos contactos, temas e localizações.
"Não houve qualquer instrumentalização partidária", garante, apontando antes para uma "intervenção completamente limpa de intervenções partidárias", algo que "marcou completamente a presidência".
Este modelo é uma forma de "levar a presidência ao país", descreve Mário Baptista Coelho.
Nas memórias do antigo assessor está um primeiro mandato de Mário Soares feito de presidências de âmbito regional, atravessadas por várias temáticas.
Já as iniciativas do segundo mandato estavam viradas para um modelo temático, de "levar a presidência como cicerone desse tema", recorda, isto é, como guia dos temas e com a intervenção de especialistas na matéria.