Política
António José Seguro confiante na reeleição
O secretário-geral do PS, António José Seguro, votou hoje cerca das 18.10 horas na sede da Federação Distrital do PS, na Guarda, para as eleições diretas do partido, em que se recandidata ao cargo de secretário-geral com "confiança no resultado da votação".
"Tenho muita confiança no resultado da votação de hoje, naturalmente, mas tão ou mais importante é que hoje, através da votação dos militantes do PS, o nosso projeto alternativo para o país saia reforçado. É esse o meu desejo", declarou o candidato que foi recebido na Guarda por cerca de uma dezena de militantes e simpatizantes do partido, incluindo o atual líder distrital José Albano Marques.
À espera de António José Seguro também estavam, entre outros, o atual presidente da Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente, e o candidato socialista nas eleições deste ano, José Martins Igreja.
À saída das instalações, após ter votado, o secretário-geral do PS disse aos jornalistas que "há hoje um novo começo, uma nova fase da vida do PS".
"Essa nova fase e esse novo começo só é útil ao país se for voltada para afirmar as nossas soluções para os graves problemas de Portugal", acrescentou.
António José Seguro é o militante do PS número 8.456 da secção da Guarda, onde estão inscritos cerca de 500 militantes, embora só 145 estejam em condições de votar no ato eleitoral de hoje.
O secretário-geral do PS foi o 24.º militante a exercer o voto na Guarda onde está inscrito desde 1995.
Cerca de 45 mil militantes do PS deverão hoje reeleger António José Seguro na liderança partidária com uma maioria muito expressiva, o que para a direção socialista representa um "inédito sinal de estabilidade" numa força da oposição.
Em julho de 2011, quando disputou a liderança com o ex-presidente do Grupo Parlamentar socialista Francisco Assis, o atual secretário-geral do PS venceu com cerca de dois terços dos votos.
Dois anos depois, António José Seguro tem como único opositor o militante de base Aires Pedro, que apenas concorre em sete das 700 secções do PS, facto que indicia que o atual secretário-geral será reconduzido no cargo com uma maioria muito expressiva.
Além da escolha do secretário-geral, os militantes do PS elegem também hoje 1.825 delegados ao congresso, que, por sua vez, em Santa Maria da Feira, vão votar a moção de estratégia global deste partido e a futura Comissão Nacional, o órgão máximo partidário entre congressos.
À espera de António José Seguro também estavam, entre outros, o atual presidente da Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente, e o candidato socialista nas eleições deste ano, José Martins Igreja.
À saída das instalações, após ter votado, o secretário-geral do PS disse aos jornalistas que "há hoje um novo começo, uma nova fase da vida do PS".
"Essa nova fase e esse novo começo só é útil ao país se for voltada para afirmar as nossas soluções para os graves problemas de Portugal", acrescentou.
António José Seguro é o militante do PS número 8.456 da secção da Guarda, onde estão inscritos cerca de 500 militantes, embora só 145 estejam em condições de votar no ato eleitoral de hoje.
O secretário-geral do PS foi o 24.º militante a exercer o voto na Guarda onde está inscrito desde 1995.
Cerca de 45 mil militantes do PS deverão hoje reeleger António José Seguro na liderança partidária com uma maioria muito expressiva, o que para a direção socialista representa um "inédito sinal de estabilidade" numa força da oposição.
Em julho de 2011, quando disputou a liderança com o ex-presidente do Grupo Parlamentar socialista Francisco Assis, o atual secretário-geral do PS venceu com cerca de dois terços dos votos.
Dois anos depois, António José Seguro tem como único opositor o militante de base Aires Pedro, que apenas concorre em sete das 700 secções do PS, facto que indicia que o atual secretário-geral será reconduzido no cargo com uma maioria muito expressiva.
Além da escolha do secretário-geral, os militantes do PS elegem também hoje 1.825 delegados ao congresso, que, por sua vez, em Santa Maria da Feira, vão votar a moção de estratégia global deste partido e a futura Comissão Nacional, o órgão máximo partidário entre congressos.