Política
Chega vai enviar questões ao Governo sobre "derrapagem inaceitável" das obras do Metro e admite comissão de inquérito
O Chega tem dúvidas sobre "a certeza e o grau de precisão dos investimentos" realizados para a expansão do Metro de Lisboa e não descarta pedir um inquérito no Parlamento.
O presidente do Chega anunciou esta segunda-feira que o partido vai enviar várias questões ao Governo sobre aquela que considerou uma “derrapagem inaceitável” nas obras de expansão e melhoria do Metropolitano de Lisboa.
“O Metropolitano de Lisboa, como se sabe, está sob várias obras e a exploração de novos modelos de transporte. O Chega dará, em tudo o que tiver de ser feito parlamentarmente, o seu aval à expansão do Metro, que é uma obra que deve consensualizar as forças políticas todas”, começou por dizer André Ventura aos jornalistas.
“Porém, há questões que são particularmente relevantes nesta nova proposta e que merecem a análise da oposição”, explicou.
Uma delas é “o aumento brutal do valor que a obra tinha e que agora tem", já que "o Governo aprovou mais 48 milhões de euros para concluir a linha circular, mas o valor global da obra aumentou 80 por cento face ao que estava previsto”.
“Isto é uma derrapagem inaceitável e brutal numa obra pública”, levantando, na visão de André Ventura, “dúvidas legítimas sobre o uso do dinheiro e sobre a fuga do dinheiro para mãos nas quais não devia estar”.
O líder do Chega referiu ainda dúvidas “sobre a certeza e o grau de precisão dos investimentos feitos nesta área”.
“Por isso, não estando em causa a expansão e as obras que são necessárias, o Chega vai enviar várias questões ao Governo sobre o porquê da derrapagem das obras do Metro em Lisboa”, adiantou.
“Se necessário, daremos origem a um inquérito no Parlamento sobre esta matéria, pois não é normal que os portugueses estejam sempre, sempre a lidar com obras que começam com um valor e acabam com o triplo, o quádruplo ou o quíntuplo do valor”, acrescentou Ventura.
“O Metropolitano de Lisboa, como se sabe, está sob várias obras e a exploração de novos modelos de transporte. O Chega dará, em tudo o que tiver de ser feito parlamentarmente, o seu aval à expansão do Metro, que é uma obra que deve consensualizar as forças políticas todas”, começou por dizer André Ventura aos jornalistas.
“Porém, há questões que são particularmente relevantes nesta nova proposta e que merecem a análise da oposição”, explicou.
Uma delas é “o aumento brutal do valor que a obra tinha e que agora tem", já que "o Governo aprovou mais 48 milhões de euros para concluir a linha circular, mas o valor global da obra aumentou 80 por cento face ao que estava previsto”.
“Isto é uma derrapagem inaceitável e brutal numa obra pública”, levantando, na visão de André Ventura, “dúvidas legítimas sobre o uso do dinheiro e sobre a fuga do dinheiro para mãos nas quais não devia estar”.
O líder do Chega referiu ainda dúvidas “sobre a certeza e o grau de precisão dos investimentos feitos nesta área”.
“Por isso, não estando em causa a expansão e as obras que são necessárias, o Chega vai enviar várias questões ao Governo sobre o porquê da derrapagem das obras do Metro em Lisboa”, adiantou.
“Se necessário, daremos origem a um inquérito no Parlamento sobre esta matéria, pois não é normal que os portugueses estejam sempre, sempre a lidar com obras que começam com um valor e acabam com o triplo, o quádruplo ou o quíntuplo do valor”, acrescentou Ventura.