Política
"É um absurdo". Montenegro afasta cenário de crise política após chumbo da reforma laboral
Montenegro quis deixar um sinal de confiança no trabalho do Governo, dizendo que os seus objetivos estão e vão continuar a ser cumpridos.
Luís Montenegro acusou o Chega de "irresponsabilidade" e o PS de "simular" a disponibilidade para negociar após o chumbo da reforma laboral no Parlamento. No congresso do PSD, o presidente do partido afastou, porém, o cenário de uma crise política.
Questionado pelos jornalistas sobre a hipótese de uma crise política, o primeiro-ministro respondeu que “é um absurdo mesmo” equacioná-la.
Montenegro contava com a lei laboral para trazer uma vitória política ao congresso do PSD em Anadia. No entanto, de sexta para sábado o presidente do partido terá reescrito grande parte do discurso.
“Respondemos com trabalho ao ruído, ao ressentimento, ao imobilismo”, declarou. “Ontem se viu com especial nitidez: as oposições vibram com a politiquice e destratam a mudança. Falta-lhes a coragem, a firmeza e o sentido de responsabilidade”.
Limou ainda o texto para dizer que o Chega é teleguiado pelas redes sociais e que a estratégia do PS é a de fingir que negoceia para depois dizer que é alternativa.
“’Nós simulamos em palavras e em cartas o espírito construtivo e assim vamos obrigar a AD, o Governo, a negociar exclusivamente com o Chega’. É a forma mais visível de uma estratégia política manhosa”, condenou.
Acusou também o Chega e o PS de quererem deixar tudo na mesma e aproveitou as entrelinhas para responder a Passos Coelho, dizendo que os social-democratas estão unidos e mobilizados.
“Sem intrigas. Sem equívocos. Sem distrações. Sem politiquice”, afirmou, dizendo estar “tudo menos preocupado” com o seu “futuro político”.
Questionado pelos jornalistas sobre a hipótese de uma crise política, o primeiro-ministro respondeu que “é um absurdo mesmo” equacioná-la.
Montenegro contava com a lei laboral para trazer uma vitória política ao congresso do PSD em Anadia. No entanto, de sexta para sábado o presidente do partido terá reescrito grande parte do discurso.
“Respondemos com trabalho ao ruído, ao ressentimento, ao imobilismo”, declarou. “Ontem se viu com especial nitidez: as oposições vibram com a politiquice e destratam a mudança. Falta-lhes a coragem, a firmeza e o sentido de responsabilidade”.
Limou ainda o texto para dizer que o Chega é teleguiado pelas redes sociais e que a estratégia do PS é a de fingir que negoceia para depois dizer que é alternativa.
“’Nós simulamos em palavras e em cartas o espírito construtivo e assim vamos obrigar a AD, o Governo, a negociar exclusivamente com o Chega’. É a forma mais visível de uma estratégia política manhosa”, condenou.
Acusou também o Chega e o PS de quererem deixar tudo na mesma e aproveitou as entrelinhas para responder a Passos Coelho, dizendo que os social-democratas estão unidos e mobilizados.
“Sem intrigas. Sem equívocos. Sem distrações. Sem politiquice”, afirmou, dizendo estar “tudo menos preocupado” com o seu “futuro político”.