Política
"Escolas precisam de serenidade", diz Mário Nogueira
A plataforma de nove organizações sindicais elogia o facto de o ministro da Educação estar disponível para prolongar as negociações. Mas reafirma que os professores não abrem mão da recuperação integral do tempo de serviço, que corresponde a seis anos, seis meses e 23 dias.
Foto: Nuno Patrício - RTP
O ministro da Educação reafirmou na quarta-feira que a recuperação do tempo de serviço congelado dos docentes não está em cima da mesa, mas entende que é uma reivindicação justa e legítima. João Costa adianta que o que o Governo está a propor é um acelerador de carreira que permite minimizar os efeitos do período de tempo congelado.
Medidas que, de acordo com o ministro da Educação, devem abranger 60 mil docentes.
O Ministério da Educação vai propor também às organizações sindicais que os professores do pré-escolar e 1.º ciclo possam deixar de dar aulas a partir dos 60 anos.
O atual estatuto da carreira docente permite apenas que os docentes com 60 anos possam pedir a redução de cinco horas da componente letiva semanal.