Política
Fenprof apresenta queixa à Procuradoria-Geral da República
Os representantes da Fenprof já estão na Procuradoria-Geral da República para entregar uma queixa contra o Governo por causa dos problemas no processo dos exames nacionais e com o objetivo de "apurar responsabilidades". O secretário-geral da entidade anunciou que ainda há professores a receber itens para corrigir.
O secretário-geral da entidade sindical explicou à RTP que a queixa visa "apurar responsabilidades" políticas e técnicas. José Feliciano Costa adiantou que a Fenprof considera que há também uma "prática de ilícito criminal".
"Ao longo deste processo, o que foi exigido aos professores é que fizessem a classificação dos itens que iam sendo recebidos, sem todos os elementos necessários", afirmou.
Segundo o responsável, os professores iam recebendo as provas e "foram pressionados para dar classificações de provas, mas faltavam todos os elementos".
Como foi apontado nos últimos dias, "havia itens elegíveis, itens que faltavam". Tudo isto, para a Fenprof, "constitui uma prática de ilícito criminal, porque não são dadas todas as condições a quem quer classificar provas de exames nacionais".
Os resultados devem ser afixados durante a tarde desta sexta-feira. Mas José Feliciano Costa indicou que há informação de professores que ainda esta manhã têm estado a receber itens para corrigir.
O responsável voltou a desmentir que haja falta de professores classificadores.
"Há, neste momento, professores que se disponibilizaram para serem professores classificadores e não foram contactados ainda".
"Ao longo deste processo, o que foi exigido aos professores é que fizessem a classificação dos itens que iam sendo recebidos, sem todos os elementos necessários", afirmou.
Segundo o responsável, os professores iam recebendo as provas e "foram pressionados para dar classificações de provas, mas faltavam todos os elementos".
Como foi apontado nos últimos dias, "havia itens elegíveis, itens que faltavam". Tudo isto, para a Fenprof, "constitui uma prática de ilícito criminal, porque não são dadas todas as condições a quem quer classificar provas de exames nacionais".
Os resultados devem ser afixados durante a tarde desta sexta-feira. Mas José Feliciano Costa indicou que há informação de professores que ainda esta manhã têm estado a receber itens para corrigir.
O responsável voltou a desmentir que haja falta de professores classificadores.
"Há, neste momento, professores que se disponibilizaram para serem professores classificadores e não foram contactados ainda".