Política
Ilha Terceira e Luxemburgo vão acolher comemorações do Dia de Portugal
A Presidência da República anunciou esta quarta-feira que o chefe de Estado, António José Seguro, escolheu a Ilha Terceira e o Luxemburgo para acolher as comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
"O Presidente da República António José Seguro escolheu a ilha Terceira, na Região Autónoma dos Açores, como palco das comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 2026", lê-se numa nota divulgada na página da Presidência.
"Ao celebrar esta data nos Açores, o Presidente da República sublinha a importância histórica, política e cultural das regiões autónomas na construção de um Portugal mais coeso, plural e solidário, reforçando simultaneamente os valores da unidade nacional e da coesão territorial", lê-se ainda.
No dia 12 de junho o Presidente da República participa, na Madeira, numa sessão comemorativa dos 50 anos de autonomia e 40 anos de integração europeia.
As comemorações do 10 de Junho assinalam-se também no Luxemburgo, um país "que acolhe uma das mais expressivas e dinâmicas comunidades na diáspora".
"Esta decisão reforça o reconhecimento do contributo dos portugueses residentes no estrangeiro para o desenvolvimento do país e afirmação de Portugal no mundo", conclui.
A escolha "assume significado especial por homenagear as autonomias regionais, que este ano assinalam 50 anos desde a sua consagração constitucional".
"Ao celebrar esta data nos Açores, o Presidente da República sublinha a importância histórica, política e cultural das regiões autónomas na construção de um Portugal mais coeso, plural e solidário, reforçando simultaneamente os valores da unidade nacional e da coesão territorial", lê-se ainda.
No dia 12 de junho o Presidente da República participa, na Madeira, numa sessão comemorativa dos 50 anos de autonomia e 40 anos de integração europeia.
As comemorações do 10 de Junho assinalam-se também no Luxemburgo, um país "que acolhe uma das mais expressivas e dinâmicas comunidades na diáspora".
"Esta decisão reforça o reconhecimento do contributo dos portugueses residentes no estrangeiro para o desenvolvimento do país e afirmação de Portugal no mundo", conclui.