Política
José Luís Carneiro classifica PS como o "mais reformista partido em Portugal"
O líder do PS, reeleito de novo sem oposição, destacou o desejo de ver Portugal como "um país competitivo num mundo global".
José Luís Carneiro classificou o Partido Socialista como “talvez o mais reformista partido em Portugal”. No encerramento do 25.º Congresso Nacional do PS, o secretário-geral reiterou que o partido está “vivo e muito ativo”.
José Luís Carneiro classificou o PS como “reformista” e foi mais longe, dizendo que é “talvez o mais reformista partido em Portugal”.
“Somos reformistas quando apresentamos propostas para que o investimento na defesa contribua para modernizar a economia e para modernizar o nosso sistema científico” ou “quando apresentamos propostas para o novo impulso para a habitação”, exemplificou.
“Neste congresso assumimos um compromisso político muito claro com a democracia portuguesa, com a renovação do Partido Socialista e com o futuro de Portugal”, começou por vincar o líder socialista.
"O PS é e continuará a ser a alternativa séria de governo em Portugal. O grande partido da social-democracia".
José Luís Carneiro classificou o PS como “reformista” e foi mais longe, dizendo que é “talvez o mais reformista partido em Portugal”.
“Somos reformistas quando apresentamos propostas para que o investimento na defesa contribua para modernizar a economia e para modernizar o nosso sistema científico” ou “quando apresentamos propostas para o novo impulso para a habitação”, exemplificou.
Neste congresso “mostrámos que o Partido Socialista está vivo e está muito ativo, aberto à sociedade, capaz de escutar, refletir e apresentar soluções”, acrescentou o secretário-geral.
Carneiro propõe estratégia para habitação em dez anos
No seu discurso, o secretário-geral do PS propôs uma estratégia nacional que garanta, no prazo de dez anos, acesso universal a "habitação condigna".
"Para isso, queremos aumentar significativamente o parque público de habitação acessível, propor isenções de IRS e IRC para contratos com rendas acessíveis e garantir que 20% das rendas acessíveis fiquem abaixo da mediana do mercado", explicou.
Carneiro propôs ainda um programa de simplificação administrativa para reduzir custos de contexto das empresas.
"O nosso entendimento é de que as empresas recebam incentivos equivalentes às receitas de impostos adicionais obtidas pelo Estado por via do aumento real dos salários", afirmou.
O socialista avançou ainda com a proposta de criação de "Pactos Estratégicos para a Competitividade Empresarial", com o objetivo de "promover a capitalização das empresas, a incorporação tecnológica e o conhecimento científico no processo produtivo e a sua internacionalização".
"Queremos uma economia moderna e inovadora e, por isso, traçamos uma meta clara: até 2035, Portugal deve convergir com a média salarial europeia e, finalmente, atingir a meta de investir 3% do PIB em investigação e desenvolvimento", antecipou.Lei laboral será rejeitada pelos socialistas se ficar como está
O secretário-geral socialista avisou ainda que, "como foi até agora apresentada", a reforma da legislação laboral será rejeitada pelos socialistas e acusou o Governo de estar "do lado do passado".
"O Governo apresentou uma proposta de alteração da legislação laboral que visa dinamitar os progressos alcançados com a Agenda do Trabalho Digno", afirmou, considerando que no Governo "estão do lado do passado".
No entanto, como o PS "nunca foi o partido do imobilismo" e deixando claro que respeita "o diálogo social em curso", Carneiro mostrou abertura "para melhorar a legislação laboral", assente em pressupostos que são o "contrário do que o Governo levou à Concertação Social".
A lista única à Comissão Nacional do PS, apresentada pela direção de José Luís Carneiro e encabeçada por Inês de Medeiros, foi eleita este domingo com 88,9% dos votos.
c/ Lusa
No seu discurso, o secretário-geral do PS propôs uma estratégia nacional que garanta, no prazo de dez anos, acesso universal a "habitação condigna".
"Para isso, queremos aumentar significativamente o parque público de habitação acessível, propor isenções de IRS e IRC para contratos com rendas acessíveis e garantir que 20% das rendas acessíveis fiquem abaixo da mediana do mercado", explicou.
Carneiro propôs ainda um programa de simplificação administrativa para reduzir custos de contexto das empresas.
"O nosso entendimento é de que as empresas recebam incentivos equivalentes às receitas de impostos adicionais obtidas pelo Estado por via do aumento real dos salários", afirmou.
O socialista avançou ainda com a proposta de criação de "Pactos Estratégicos para a Competitividade Empresarial", com o objetivo de "promover a capitalização das empresas, a incorporação tecnológica e o conhecimento científico no processo produtivo e a sua internacionalização".
"Queremos uma economia moderna e inovadora e, por isso, traçamos uma meta clara: até 2035, Portugal deve convergir com a média salarial europeia e, finalmente, atingir a meta de investir 3% do PIB em investigação e desenvolvimento", antecipou.Lei laboral será rejeitada pelos socialistas se ficar como está
O secretário-geral socialista avisou ainda que, "como foi até agora apresentada", a reforma da legislação laboral será rejeitada pelos socialistas e acusou o Governo de estar "do lado do passado".
"O Governo apresentou uma proposta de alteração da legislação laboral que visa dinamitar os progressos alcançados com a Agenda do Trabalho Digno", afirmou, considerando que no Governo "estão do lado do passado".
No entanto, como o PS "nunca foi o partido do imobilismo" e deixando claro que respeita "o diálogo social em curso", Carneiro mostrou abertura "para melhorar a legislação laboral", assente em pressupostos que são o "contrário do que o Governo levou à Concertação Social".
A lista única à Comissão Nacional do PS, apresentada pela direção de José Luís Carneiro e encabeçada por Inês de Medeiros, foi eleita este domingo com 88,9% dos votos.
c/ Lusa