Política
Montenegro admite suspender sistema de controlo de fronteiras
O primeiro-ministro voltou a admitir a suspensão, particularmente "nas horas críticas", do novo sistema de controlo de fronteiras nos aeroportos para garantir que a segurança e a Economia nacionais "não sejam penalizadas".
O novo sistema europeu tem agravado os tempos de espera nas fronteiras aéreas, principalmente no aeroporto de Lisboa. Durante o debate parlamentar quinzenal, realizado esta tarde, Luís Montenegro afirmou que “não queremos chegar ao ponto de suspender procedimentos, mas se tivermos de o fazer, mormente em horas críticas, ao abrigo das regras que os nossos compromissos europeus também permitem, fá-lo-emos enquanto todo este mecanismo não tiver um funcionamento absolutamente normal”.
Não esquecendo críticas ao anterior Governo, a quem atribuiu culpas devido à extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, o chefe do executivo reiterou não estar satisfeito com o nível de resposta que o novo sistema de controlo tem dado, “nomeadamente quando há picos de chegada de pessoas aos aeroportos portugueses e, em particular, ao aeroporto de Lisboa”, mas também apontou problemas semelhantes em outros aeroportos europeus.
Aos deputados, Montenegro repetiu o anúncio de que, no final de junho, entrarão mais de 300 polícias para ajudar nesse processo e assegurou o Governo está a “diligenciar no sentido de ter todo o mecanismo de controlo a garantir que a operação não sai prejudicada por via destas novas regras” europeias.
Até lá, a suspensão do sistema de controlo de fronteiras é um eventual recurso assumido: “Quero dizer, com toda a clareza: caso haja necessidade de suspender algum procedimento para garantir que nós temos, por um lado, segurança na entrada de pessoas e, por outro, que a nossa economia não é penalizada, quer do ponto de vista reputacional, quer do ponto de vista concreto, nós não excluímos nada nesta altura”, afirmou o primeiro-ministro.
Não esquecendo críticas ao anterior Governo, a quem atribuiu culpas devido à extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, o chefe do executivo reiterou não estar satisfeito com o nível de resposta que o novo sistema de controlo tem dado, “nomeadamente quando há picos de chegada de pessoas aos aeroportos portugueses e, em particular, ao aeroporto de Lisboa”, mas também apontou problemas semelhantes em outros aeroportos europeus.
Aos deputados, Montenegro repetiu o anúncio de que, no final de junho, entrarão mais de 300 polícias para ajudar nesse processo e assegurou o Governo está a “diligenciar no sentido de ter todo o mecanismo de controlo a garantir que a operação não sai prejudicada por via destas novas regras” europeias.
Até lá, a suspensão do sistema de controlo de fronteiras é um eventual recurso assumido: “Quero dizer, com toda a clareza: caso haja necessidade de suspender algum procedimento para garantir que nós temos, por um lado, segurança na entrada de pessoas e, por outro, que a nossa economia não é penalizada, quer do ponto de vista reputacional, quer do ponto de vista concreto, nós não excluímos nada nesta altura”, afirmou o primeiro-ministro.
(Com Lusa)