Política
Montenegro diz que consenso sobre pacote laboral está pendente de seis pontos
O primeiro-ministro garante que as negociações à volta do novo pacote laboral "têm seis pontos que ainda não mereceram consensualização e é sobre esses que deve incidir agora o esforço" de negociação. Em causa estão, em particular, o outsourcing e o banco de horas.
Luís Montenegro referiu que a proposta que está hoje em discussão "já não é a proposta inicial", frisando que "houve uma evolução do Governo e houve a aceitação de todos os parceiros sociais, com exceção da UGT".
O primeiro-ministro afirmou que, para haver um acordo sobre o pacote laboral, é necessário que haja "uma cedência da UGT", considerando que foi o "único parceiro que ainda não cedeu" e pedindo-lhe que não mostre "intransigência total": "Aquilo que é necessário agora para poder haver um acordo é que haja também uma cedência por parte da UGT. Porque, em bom rigor, sobre aquilo em que não houve acordo, o único parceiro que ainda não cedeu foi a UGT", afirmou Luís Montenegro.
O primeiro-ministro afirmou que é necessário "aproveitar as próximas duas semanas para, de forma tranquila e sem paixões partidárias metidas ao barulho", fazer uma "avaliação final" para que não se prolonguem mais as negociações.
O primeiro-ministro afirmou que, para haver um acordo sobre o pacote laboral, é necessário que haja "uma cedência da UGT", considerando que foi o "único parceiro que ainda não cedeu" e pedindo-lhe que não mostre "intransigência total": "Aquilo que é necessário agora para poder haver um acordo é que haja também uma cedência por parte da UGT. Porque, em bom rigor, sobre aquilo em que não houve acordo, o único parceiro que ainda não cedeu foi a UGT", afirmou Luís Montenegro.
O primeiro-ministro afirmou que é necessário "aproveitar as próximas duas semanas para, de forma tranquila e sem paixões partidárias metidas ao barulho", fazer uma "avaliação final" para que não se prolonguem mais as negociações.
Horas antes, questionada sobre as matérias que estão a travar um acordo, a ministra do Trabalho referiu que já foram consensualizadas "138 normas, das quais 33" provenientes de propostas da UGT, pelo que considerou que "há muito pouca matéria por consensualizar", dando como exemplo o banco de horas e a jornada contínua.
"Depois na última reunião, o secretário-geral da UGT levantou mais uns pontos", afirmou a ministra, desafiando a central sindical a clarificar a "divergência" entre aquilo que Governo e confederações patronais entendem que "estava por consensualizar e aquilo que a UGT entende que não está consensualizado".
Para o Governo, "cabe à UGT" tomar essa posição "e com propostas concretas", referiu a ministra, desafiando a central sindical a mostrar "o que é que quer exatamente e como é que quer exatamente" e afastando uma nova proposta da parte do executivo.
"Depois na última reunião, o secretário-geral da UGT levantou mais uns pontos", afirmou a ministra, desafiando a central sindical a clarificar a "divergência" entre aquilo que Governo e confederações patronais entendem que "estava por consensualizar e aquilo que a UGT entende que não está consensualizado".
Para o Governo, "cabe à UGT" tomar essa posição "e com propostas concretas", referiu a ministra, desafiando a central sindical a mostrar "o que é que quer exatamente e como é que quer exatamente" e afastando uma nova proposta da parte do executivo.
c/ Lusa