Política
Montenegro: "Hoje o país está melhor e os portugueses também estão melhor"
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que, dois anos depois de ter tomado posse, "o país está melhor e os portugueses também estão melhor".
Luís Montenegro fez esta quinta-feira uma intervenção a partir do jardim da residência oficial em São Bento, com os ministros do atual Governo mas também alguns do anterior, que também liderou, para assinalar o segundo aniversário da tomada de posse, a 2 de abril de 2024.
"Há dois anos acabou um período em que o país teve demasiada teimosia ideológica a que corresponderam resultados demasiados escassos", afirmou, numa referência aos anteriores governos do PS.
Depois, reformulou uma frase que disse em 2014, no tempo da `troika` quando admitiu que a vida das pessoas não estava melhor, mas a do país estava muito melhor. "Hoje o país está melhor e os portugueses também estão melhor", defendeu.
“As finanças públicas estão equilibradas, estão estáveis, os impostos estão a diminuir e, ao mesmo tempo, estamos a pagar prestações solidárias àqueles que têm mais baixos rendimentos e estamos a atualizar as carreiras e aquilo que firmámos em acordo”, exemplificou o chefe de Governo.
Montenegro considerou ainda que o país é neste momento “um exemplo de estabilidade política e social e uma referência económica e financeira da Europa”.
Linha de apoio de 600 milhões para empresas
No seu discurso, o primeiro-ministro anunciou ainda o lançamento de uma linha de apoio de 600 milhões de euros destinada a financiar as empresas cujos os custos da energia representam mais de 20 por cento dos seus custos de produção.
Luís Montenegro adiantou que a linha se vai chamar "Portugal Resiliência Energética" e será financiada pelo Banco Português de Fomento.
"Destina-se a financiar, por via de crédito, as necessidades de tesouraria e fundo de maneio das empresas mais afetadas pela subida dos custos energéticos. É mais uma medida de resposta à situação atual. Destina-se a empresas em que o custo de energia represente mais de 20 por cento dos seus custos de produção", explicou.
Segundo o primeiro-ministro, "o Estado prestará garantia pública que cobre 70 por cento para as grandes empresas e 80 por cento para as pequenas e médias empresas".
"Vai reforçar a capacidade das empresas para responder à instabilidade internacional e para proteger a nossa competitividade, o nosso emprego e a resiliência do nosso tecido produtivo nacional", disse.Governo não entra em "jogos de semântica ou politiquices estéreis"
O primeiro-ministro admitiu também que é necessário dialogar com a oposição, mas recusou "ceder ao imobilismo" ou "reagir ao ruído", avisando que não contem com o Governo para "jogos de semântica ou politiquices estéreis".
"Nós sabemos muito bem que é necessário um diálogo aberto e leal com os partidos da oposição, mas também sabemos que governar não é reagir ao ruído, é agir para o futuro. E uma coisa é estar disponível para negociar e chegar a um consenso, coisa diferente é ceder ao imobilismo", afirmou.
Montenegro assegurou que o Governo mantém "o mesmo foco, a mesma vontade e a mesma coragem" com que iniciou o seu percurso há dois anos.
"O Governo diz de forma muito clara, transparente, serena e inequívoca: não contam connosco para jogos de semântica ou politiquices estéreis", vincou.
"Há dois anos acabou um período em que o país teve demasiada teimosia ideológica a que corresponderam resultados demasiados escassos", afirmou, numa referência aos anteriores governos do PS.
Depois, reformulou uma frase que disse em 2014, no tempo da `troika` quando admitiu que a vida das pessoas não estava melhor, mas a do país estava muito melhor. "Hoje o país está melhor e os portugueses também estão melhor", defendeu.
“As finanças públicas estão equilibradas, estão estáveis, os impostos estão a diminuir e, ao mesmo tempo, estamos a pagar prestações solidárias àqueles que têm mais baixos rendimentos e estamos a atualizar as carreiras e aquilo que firmámos em acordo”, exemplificou o chefe de Governo.
Montenegro considerou ainda que o país é neste momento “um exemplo de estabilidade política e social e uma referência económica e financeira da Europa”.
Linha de apoio de 600 milhões para empresas
No seu discurso, o primeiro-ministro anunciou ainda o lançamento de uma linha de apoio de 600 milhões de euros destinada a financiar as empresas cujos os custos da energia representam mais de 20 por cento dos seus custos de produção.
Luís Montenegro adiantou que a linha se vai chamar "Portugal Resiliência Energética" e será financiada pelo Banco Português de Fomento.
"Destina-se a financiar, por via de crédito, as necessidades de tesouraria e fundo de maneio das empresas mais afetadas pela subida dos custos energéticos. É mais uma medida de resposta à situação atual. Destina-se a empresas em que o custo de energia represente mais de 20 por cento dos seus custos de produção", explicou.
Segundo o primeiro-ministro, "o Estado prestará garantia pública que cobre 70 por cento para as grandes empresas e 80 por cento para as pequenas e médias empresas".
"Vai reforçar a capacidade das empresas para responder à instabilidade internacional e para proteger a nossa competitividade, o nosso emprego e a resiliência do nosso tecido produtivo nacional", disse.Governo não entra em "jogos de semântica ou politiquices estéreis"
O primeiro-ministro admitiu também que é necessário dialogar com a oposição, mas recusou "ceder ao imobilismo" ou "reagir ao ruído", avisando que não contem com o Governo para "jogos de semântica ou politiquices estéreis".
"Nós sabemos muito bem que é necessário um diálogo aberto e leal com os partidos da oposição, mas também sabemos que governar não é reagir ao ruído, é agir para o futuro. E uma coisa é estar disponível para negociar e chegar a um consenso, coisa diferente é ceder ao imobilismo", afirmou.
Montenegro assegurou que o Governo mantém "o mesmo foco, a mesma vontade e a mesma coragem" com que iniciou o seu percurso há dois anos.
"O Governo diz de forma muito clara, transparente, serena e inequívoca: não contam connosco para jogos de semântica ou politiquices estéreis", vincou.
c/ Lusa