Política
"Não precisa de ser tudo desenrasca". Livre acusa Governo de "falhar" e pede "cultura de prevenção"
O distrito de Leiria, um dos mais afetados pelo "comboio" de tempestades que varreu no início do ano o país, acolhe esta segunda-feira o arranque das jornadas parlamentares do Livre. O partido vai visitar o terreno e reunir com empresários, associações e com o líder da Estrutura de Missão para apoiar a recuperação das áreas afetadas pela tempestade Kristin, Paulo Fernandes. Ruma na terça-feira a Lisboa para realizar uma conferência sobre reconstrução e prevenção de catástrofes.
“Se há coisa que estes tempos provaram é que vale a pena implementar em Portugal uma cultura de planeamento, de preparação e de proteção das populações”, defende o co-porta voz do partido, Rui Tavares, acusando o Governo de “falhar” na resposta às populações nas zonas afetadas pelas depressões do final de janeiro.
“O Governo está a falhar estas populações”, afirma o dirigente do Livre, que insiste: “Passados todos estes meses as ajudas não chegaram às pessoas, a Agência [para o PTRR] não tem a escala e o peso político que deveria ter para a reconstrução. É um falhanço”. Rui Tavares critica também a escolha de Luís Leite Ramos, antigo deputado do PSD, para chefiar a agência que gere o plano de investimentos criado pelo Governo para responder às catástrofes.
“À frente de uma agência de reconstrução das regiões afetadas é preciso alguém que, se por acaso tiver que bater com a porta, falar em público e dizer que as ajudas não estão a chegar, que o Governo não está a fazer as coisas bem feitas ou a tempo, que esse peso político se sinta”, atira o dirigente do Livre. “Isso não acontece, certamente, com alguém que é do aparelho que o PSD tem há muitos anos, sequencialmente, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e que depois vai ocupando lugares: no Metro do Porto, na CCDR, ou, agora, na Agência para a Reconstrução". Jornadas dividem-se entre Leiria e Lisboa com visitas e uma conferência
O grupo parlamentar do Livre passa a segunda-feira, primeiro dia de jornadas, em Leiria e na Marinha Grande, onde visita o terreno e reúne com associações, entidades da sociedade civil e empresários, refere Rui Tavares. Na agenda, o partido tem ainda uma visita à Estrutura de Missão – Reconstrução da Região Centro do País, liderada por Paulo Fernandes.
Na terça-feira o partido ruma a Lisboa, onde realiza uma conferência na Casa do Parlamento - Centro Interpretativo sob o mote “Prevenir e Transformar, Recuperar e Reconstruir” e com a participação de economistas, investigadores e organizações. O co-porta voz do Livre defende a necessidade de “tirar conclusões” e de “discutir com quem considere que a preparação para as alterações climáticas e para os eventos extremos e a capacidade de um país prever o que às vezes parece imprevisível é um fator de desenvolvimento”.
"Também é possível, à portuguesa, ter uma cultura de prevenção e de planeamento. Não precisa ser tudo desenrasca", conclui.
“O Governo está a falhar estas populações”, afirma o dirigente do Livre, que insiste: “Passados todos estes meses as ajudas não chegaram às pessoas, a Agência [para o PTRR] não tem a escala e o peso político que deveria ter para a reconstrução. É um falhanço”. Rui Tavares critica também a escolha de Luís Leite Ramos, antigo deputado do PSD, para chefiar a agência que gere o plano de investimentos criado pelo Governo para responder às catástrofes.
“À frente de uma agência de reconstrução das regiões afetadas é preciso alguém que, se por acaso tiver que bater com a porta, falar em público e dizer que as ajudas não estão a chegar, que o Governo não está a fazer as coisas bem feitas ou a tempo, que esse peso político se sinta”, atira o dirigente do Livre. “Isso não acontece, certamente, com alguém que é do aparelho que o PSD tem há muitos anos, sequencialmente, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e que depois vai ocupando lugares: no Metro do Porto, na CCDR, ou, agora, na Agência para a Reconstrução". Jornadas dividem-se entre Leiria e Lisboa com visitas e uma conferência
O grupo parlamentar do Livre passa a segunda-feira, primeiro dia de jornadas, em Leiria e na Marinha Grande, onde visita o terreno e reúne com associações, entidades da sociedade civil e empresários, refere Rui Tavares. Na agenda, o partido tem ainda uma visita à Estrutura de Missão – Reconstrução da Região Centro do País, liderada por Paulo Fernandes.
Na terça-feira o partido ruma a Lisboa, onde realiza uma conferência na Casa do Parlamento - Centro Interpretativo sob o mote “Prevenir e Transformar, Recuperar e Reconstruir” e com a participação de economistas, investigadores e organizações. O co-porta voz do Livre defende a necessidade de “tirar conclusões” e de “discutir com quem considere que a preparação para as alterações climáticas e para os eventos extremos e a capacidade de um país prever o que às vezes parece imprevisível é um fator de desenvolvimento”.
"Também é possível, à portuguesa, ter uma cultura de prevenção e de planeamento. Não precisa ser tudo desenrasca", conclui.