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O que aconteceu na PT não é obra do acaso com certeza, sublinha Passos

O que aconteceu na PT não é obra do acaso com certeza, sublinha Passos

O primeiro-ministro considerou natural que quer o Presidente da República quer Governo "não constituam um óbice" ao apuramento de responsabilidades que possa ocorrer em relação à PT, afirmando que o que aconteceu "não é obra do acaso".

Rui Mendes /

Lusa

No Porto, no final da inauguração do Complexo Social do Centro Social de S. Martinho de Aldoar, Passos Coelho foi interrogado sobre as declarações de segunda-feira do Presidente da República, Cavaco Silva, que considerou ser "legítimo" os portugueses questionarem os acionistas e gestores da PT sobre o trabalho desenvolvido ao longo dos tempos.

"O que aconteceu na Portugal Telecom não é obra do acaso com certeza. Espero que também não seja obra do Governo porque se trata de uma empresa privada. É natural que os seus acionistas possam querer pedir responsabilidades aos administradores, à gestão da empresa e isso compete aos tribunais poder aferir - quando existem ações - ou então às próprias assembleias-gerais das empresas", afirmou.
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