Política
Pesar de todos os quadrantes pela morte de Miguel Portas
O Bloco de Esquerda, partido que Miguel Portas fundou e em que se manteve até ao fim, realçou em comunicado a frontalidade com que este seu dirigente encarava os desafios. Doutros quadrantes também chegaram, entretanto, manifestações de pesar.
O comunicado do BE afirma que Miguel Portas "encarou a sua própria doença como fazia sempre tudo, da política ao jornalismo: de frente e sem rodeios. Teve uma vida intensa e viveu-a intensamente. Durante toda a sua doença continuou sempre a cumprir as suas responsabilidades e estava, neste preciso momento, a preparar o relatório do Parlamento Europeu sobre as contas do BCE".
A homenagem do BE não se fica, todavia, pelo papel político desempenhado por Miguel Portas, realçando também algumas das suas realizações no plano cultural: "O fascínio pelas culturas do Mediterrâneo levou-o a viajar e a conhecer profundamente esta região, sobre a qual escreveu dois livros e realizou um documentário".
Formalmente, o Grupo Parlamentar do PS endereçou uma mensagem de condolências à família de Miguel Portas e ao BE. Várias figuras históricas do PS evocaram também a personalidade de Miguel Portas, de Jorge Sampaio a Mário Soares.
Da bancada socialista no Parlamento Europeu, manifestaram-se nomeadamente Ana Gomes e Vital Moreira. Este, que partilhara no PCP uma parte do percurso com Miguel Portas, afirmou, segundo citação da agência Lusa: "Quaisquer que sejam as diferenças de opinião, Miguel Portas era um empenhado e dedicado eurodeputado, eu penso que o Parlamento Europeu perde com o seu desaparecimento".
Também o antigo secretário-geral do PCP, Carlos Carvalhas, emitiu declarações à RTP Informação, evocando o empenhamento político que Miguel Portas manteve até ao final, bem como a sua cativante capacidade de comunicação.
Igualmente à RTP Informação, o eurodeputado do CDS/PP, Nuno Melo, afirmou o seu apreço por Miguel Portas, para além das divergências, considerando existirem no eurodeputado bloquista as características e a estatura humana que também fazem crescer os seus adversários.
A homenagem do BE não se fica, todavia, pelo papel político desempenhado por Miguel Portas, realçando também algumas das suas realizações no plano cultural: "O fascínio pelas culturas do Mediterrâneo levou-o a viajar e a conhecer profundamente esta região, sobre a qual escreveu dois livros e realizou um documentário".
Formalmente, o Grupo Parlamentar do PS endereçou uma mensagem de condolências à família de Miguel Portas e ao BE. Várias figuras históricas do PS evocaram também a personalidade de Miguel Portas, de Jorge Sampaio a Mário Soares.
Da bancada socialista no Parlamento Europeu, manifestaram-se nomeadamente Ana Gomes e Vital Moreira. Este, que partilhara no PCP uma parte do percurso com Miguel Portas, afirmou, segundo citação da agência Lusa: "Quaisquer que sejam as diferenças de opinião, Miguel Portas era um empenhado e dedicado eurodeputado, eu penso que o Parlamento Europeu perde com o seu desaparecimento".
Também o antigo secretário-geral do PCP, Carlos Carvalhas, emitiu declarações à RTP Informação, evocando o empenhamento político que Miguel Portas manteve até ao final, bem como a sua cativante capacidade de comunicação.
Igualmente à RTP Informação, o eurodeputado do CDS/PP, Nuno Melo, afirmou o seu apreço por Miguel Portas, para além das divergências, considerando existirem no eurodeputado bloquista as características e a estatura humana que também fazem crescer os seus adversários.