Política
Presidente da República espera que Mecanismo Anticorrupção "dê frutos" e defende que "a prevenção é que cura"
António José Seguro visitou esta quarta-feira a nova sede do Mecanismo Anticorrupção, onde considerou que a "prevenção é a primeira fase" para evitar estes fenómenos cujas vítimas "são as pessoas".
É no terceiro andar de um prédio bem no centro de Lisboa, junto ao Marquês de Pombal e da Avenida da Liberdade, que se localiza agora o Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC), visitado na manhã desta quarta-feira pelo Presidente da República. António José Seguro conheceu a nova sede e destapou a placa de inauguração para depois proferir um curto discurso, antes de ter uma reunião com os responsáveis desta entidade independente, que tem como objectivo promover a transparência e a prevenção da corrupção.
"A prevenção é que cura", começa por defender o Chefe de Estado. Explica que a visita "expressa o compromisso" do Presidente "no combate à corrupção, que todos nós temos de fazer, quer individualmente, quer quando lideramos instituições". António José Seguro acrescenta que esse "é um compromisso que não é de agora, é de sempre".
"A corrupção mina os alicerces da nossa democracia e, por isso, a prevenção é a primeira fase para evitar esses fenómenos", considera, lembrando que "as corrupções criam sempre vítimas, que são as pessoas". Dá o exemplo de pessoas que "ficam sem hospitais, sem escolas, sem apoios sociais" e que "é muito importante para um Estado de direito democrático que existam mecanismos dotados de instrumentos e de recursos humanos para cumprirem a sua missão de prevenção" da corrupção.
É aí que entra o MENAC. "Espero que sejam bem-sucedidos na vossa missão", deseja António José Seguro aos responsáveis deste mecanismo presentes na sala, não sem antes deixar uma espécie de aviso. "Como se costuma dizer, agora não há desculpas, pelo menos de equipamento e de recursos humanos", afirma. "Que o propósito pelo qual foi criado o MENAC seja um propósito que dê frutos na prevenção, na transparência, na formação e na pedagogia para que o país possa combater de forma sustentável este fenómeno que nós queremos erradicar", nota o Presidente da República, que fez a visita acompanhado pela ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.
De acordo com dados citados pela agência LUSA, a percepção de corrupção em Portugal aumentou, estando em linha com a Europa. Feitas as contas, Portugal voltou a cair no Índice de Corrupção, ou seja, os portugueses têm uma imagem cada vez mais negativa do sector público, acreditando que este é permeável à corrupção. Em 2024, Portugal tinha registado o pior resultado de sempre, tendo-se agravado no ano passado.
"A prevenção é que cura", começa por defender o Chefe de Estado. Explica que a visita "expressa o compromisso" do Presidente "no combate à corrupção, que todos nós temos de fazer, quer individualmente, quer quando lideramos instituições". António José Seguro acrescenta que esse "é um compromisso que não é de agora, é de sempre".
"A corrupção mina os alicerces da nossa democracia e, por isso, a prevenção é a primeira fase para evitar esses fenómenos", considera, lembrando que "as corrupções criam sempre vítimas, que são as pessoas". Dá o exemplo de pessoas que "ficam sem hospitais, sem escolas, sem apoios sociais" e que "é muito importante para um Estado de direito democrático que existam mecanismos dotados de instrumentos e de recursos humanos para cumprirem a sua missão de prevenção" da corrupção.
É aí que entra o MENAC. "Espero que sejam bem-sucedidos na vossa missão", deseja António José Seguro aos responsáveis deste mecanismo presentes na sala, não sem antes deixar uma espécie de aviso. "Como se costuma dizer, agora não há desculpas, pelo menos de equipamento e de recursos humanos", afirma. "Que o propósito pelo qual foi criado o MENAC seja um propósito que dê frutos na prevenção, na transparência, na formação e na pedagogia para que o país possa combater de forma sustentável este fenómeno que nós queremos erradicar", nota o Presidente da República, que fez a visita acompanhado pela ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice.
De acordo com dados citados pela agência LUSA, a percepção de corrupção em Portugal aumentou, estando em linha com a Europa. Feitas as contas, Portugal voltou a cair no Índice de Corrupção, ou seja, os portugueses têm uma imagem cada vez mais negativa do sector público, acreditando que este é permeável à corrupção. Em 2024, Portugal tinha registado o pior resultado de sempre, tendo-se agravado no ano passado.