Política
Presidente da República quer "reforço das capacidades militares" de Portugal
O presidente defendeu que o investimento na defesa e a modernização das Forças Armadas não pode esquecer o momento nacional de urgência social.
António José Seguro apelou este sábado a um "reforço das capacidades militares" em Portugal, especialmente face à “preocupante reemergência de conflitos armados de alta intensidade”.
Em Santarém, onde participou no ritual que apresenta as Forças Armadas ao presidente da República, António José Seguro pediu ainda um investimento inteligente que crie mais riqueza e melhores empregos.
“Vivemos hoje um contexto internacional particularmente exigente, marcado por incertezas e novas ameaças”, lembrou o chefe de Estado.
“A comunidade internacional atravessa um período de mutações profundas, de uma potencial fragmentação política, da erosão do direito internacional, de tentativas de vaziamento das organizações multilaterais, e de uma preocupante reemergência de conflitos armados de alta intensidade”, acrescentou.
Na visão do presidente, “os compromissos internacionais que assumimos, bem como a evolução dos sistemas e a necessidade de maior interoperabilidade com os nossos aliados na UE e na NATO exigem-nos um investimento, a modernização e o reforço das capacidades militares”.
O presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas reforçou que os militares são um pilar fundamental da democracia ao serviço do povo e que é essencial tornar a carreira militar mais atrativa.
O primeiro Conselho de Estado convocado por António José Seguro está marcado para 17 de abril e será sobre segurança e defesa.
Em Santarém, onde participou no ritual que apresenta as Forças Armadas ao presidente da República, António José Seguro pediu ainda um investimento inteligente que crie mais riqueza e melhores empregos.
“Vivemos hoje um contexto internacional particularmente exigente, marcado por incertezas e novas ameaças”, lembrou o chefe de Estado.
“A comunidade internacional atravessa um período de mutações profundas, de uma potencial fragmentação política, da erosão do direito internacional, de tentativas de vaziamento das organizações multilaterais, e de uma preocupante reemergência de conflitos armados de alta intensidade”, acrescentou.
Na visão do presidente, “os compromissos internacionais que assumimos, bem como a evolução dos sistemas e a necessidade de maior interoperabilidade com os nossos aliados na UE e na NATO exigem-nos um investimento, a modernização e o reforço das capacidades militares”.
O presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas reforçou que os militares são um pilar fundamental da democracia ao serviço do povo e que é essencial tornar a carreira militar mais atrativa.
O primeiro Conselho de Estado convocado por António José Seguro está marcado para 17 de abril e será sobre segurança e defesa.