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Seguro exige que apoios cheguem "rápido" ao terreno, promete ser vigilante em Belém e ouve lamentos de quem quer "reerguer-se das trevas"

Seguro exige que apoios cheguem "rápido" ao terreno, promete ser vigilante em Belém e ouve lamentos de quem quer "reerguer-se das trevas"

Em Proença-a-Nova, distrito de Castelo Branco, o rasto da destruição da tempestade Kristin também é bem visível.

Inês Ameixa /

Foto: José Coelho/LUSA

Até chegar ao Parque Empresarial de Proença-a-Nova, esta terça-feira, há árvores tombadas, árvores cortadas, sinais e placas de trânsito derrubados. E há uma empresa, entre tantas outras, esta, de cerâmica, praticamente destruída pelo mau tempo.

"O vento conseguiu entrar e levantou tudo", aponta o presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova em conversa com António José Seguro. "Temos vigas deste telhado que foram para a terceira nave do outro lado". 

Já Ricardo Pequito, chefe de gabinete do presidente da Câmara, é claro: "O mais importante agora é reerguer-nos destas trevas". E pede uma chegada célere dos apoios do Governo ao terreno: "[Os apoios] são como pão para a boca, não podemos protelar no tempo a vinda dos apoios".

António José Seguro concorda e exige que as medidas anunciadas pelo Executivo de Luís Montenegro cheguem a quem mais precisa. Diz que "a realidade é a maior pressão" e que pessoas e empresas precisam "rapidamente desses apoios". "Chega de palavras, este é o momento de acção", avisa o candidato à Presidência da República.

Em declarações aos jornalistas, António José Seguro promete ser "vigilante" no Palácio de Belém e compromete-se a regressar ao terreno, às regiões mais afectadas pela tempestade Kristin, para "verificar" se os apoios chegaram efectivamente a quem mais precisa. "É esse o meu compromisso", garante. O candidato a Belém promete ainda manter o tema na agenda política.
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