Europa-Bélgica
Onda de calor na Bélgica. Temperatura no solo chega aos 47 graus em Bruxelas
A capital regista temperaturas do solo que por vezes ultrapassam os 47 °C.
Este é o valor registado pelo satélite Copernicus Sentinel 3, que consegue medir a temperatura do ar, mas também a temperatura da superfície do solo tendo em conta as estradas, telhados, betão e vegetação.
Ontem, de acordo com os dados analisados pelo site de notícias 7 sur 7, a capital belga destacou-se por ter atingido temperaturas no solo que ultrapassaram os 47 graus, sobretudo nos bairros do centro da cidade, mais longe da floresta.
Entretanto todos os dias se batem novos recordes com mais de 50 anos de temperatura do ar.
Nesta quinta-feira,e pelo segundo dia consecutivo bateu-se um recorde diário com 50 anos.
Mas o pior parece ainda estar para vir, e está previsto para o dia de amanhã.
As províncias de Liège e Limburg estão sob alerta vermelho devido ao calor extremo durante toda a sexta-feira, anunciou o Instituto Real de Meteorologia.
As temperaturas deverão atingir os 40°C no leste do país.
Um alerta laranja permanece em vigor para o resto da Bélgica, pelo menos até sábado.
Esta noite os termómetro não devem baixar dos 25 a 27 graus o que dificulta o arrefecimento das casas.
Como a grande maioria dos edifícios não tem persianas ou outras formas de evitar o sol de entrar (sol que, aliás, em janeiro, por exemplo, só se consegue ver durante, no máximo, 20 horas em todos o mês) a dificuldade em manter os edifícios frescos é crescente.
Em muitas casas é possível ver colchas e mantar escuras penduradas nas janelas para tentar evitar o aquecimento interior.

O vento é fraco e sente-se mais no litoral, junto ao mar do Norte, mas é praticamente inexistente nas regiões do interior, como na capital belga.
Em resposta à onda de calor, as redes de transportes estão a ajustar os seus serviços e algumas linhas de autocarros sem ar condicionado são suspensas durante a tarde.
Há também comboios cancelados e serviços que só funcionam durante a manhã (o pico de temperatura na Bélgica é atingido por volta das 5 da tarde).
Algumas escolas estão também a adaptar as suas atividades ao calor. Nos municípios de Etterbeek, Binche, Tournai, Mouscron, Sambreville e Liège, as aulas estão suspensas no período da tarde.
Os belgas contestam a falta de locais dedicados à natação ao ar livre na capital belga. Esta manhã houve mesmo uma manifestação numa piscina de Bruxelas.
Dois adolescentes morreram quando decidiram nadar numa lagoa artificial onde a entrada na água era proibida.
Os hospitais já ativaram há dois dias os planos para o calor, com as admissões nas urgências a aumentar em 15 por cento de uma forma geral.
Apesar de até agora não haver registo de fogos florestais, o risco de incêndio aumentará na sexta-feira e no sábado na maioria das províncias, antes de voltar a ser moderado no domingo. A vigilância por parte dos agentes do florestais foi reforçada durante este período.
Ontem, de acordo com os dados analisados pelo site de notícias 7 sur 7, a capital belga destacou-se por ter atingido temperaturas no solo que ultrapassaram os 47 graus, sobretudo nos bairros do centro da cidade, mais longe da floresta.
Entretanto todos os dias se batem novos recordes com mais de 50 anos de temperatura do ar.
Nesta quinta-feira,e pelo segundo dia consecutivo bateu-se um recorde diário com 50 anos.
Mas o pior parece ainda estar para vir, e está previsto para o dia de amanhã.
As províncias de Liège e Limburg estão sob alerta vermelho devido ao calor extremo durante toda a sexta-feira, anunciou o Instituto Real de Meteorologia.
As temperaturas deverão atingir os 40°C no leste do país.
Um alerta laranja permanece em vigor para o resto da Bélgica, pelo menos até sábado.
Esta noite os termómetro não devem baixar dos 25 a 27 graus o que dificulta o arrefecimento das casas.
Como a grande maioria dos edifícios não tem persianas ou outras formas de evitar o sol de entrar (sol que, aliás, em janeiro, por exemplo, só se consegue ver durante, no máximo, 20 horas em todos o mês) a dificuldade em manter os edifícios frescos é crescente.
Em muitas casas é possível ver colchas e mantar escuras penduradas nas janelas para tentar evitar o aquecimento interior.
O vento é fraco e sente-se mais no litoral, junto ao mar do Norte, mas é praticamente inexistente nas regiões do interior, como na capital belga.
Em resposta à onda de calor, as redes de transportes estão a ajustar os seus serviços e algumas linhas de autocarros sem ar condicionado são suspensas durante a tarde.
Há também comboios cancelados e serviços que só funcionam durante a manhã (o pico de temperatura na Bélgica é atingido por volta das 5 da tarde).
Algumas escolas estão também a adaptar as suas atividades ao calor. Nos municípios de Etterbeek, Binche, Tournai, Mouscron, Sambreville e Liège, as aulas estão suspensas no período da tarde.
Os belgas contestam a falta de locais dedicados à natação ao ar livre na capital belga. Esta manhã houve mesmo uma manifestação numa piscina de Bruxelas.
Dois adolescentes morreram quando decidiram nadar numa lagoa artificial onde a entrada na água era proibida.
Os hospitais já ativaram há dois dias os planos para o calor, com as admissões nas urgências a aumentar em 15 por cento de uma forma geral.
Apesar de até agora não haver registo de fogos florestais, o risco de incêndio aumentará na sexta-feira e no sábado na maioria das províncias, antes de voltar a ser moderado no domingo. A vigilância por parte dos agentes do florestais foi reforçada durante este período.