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Saúde
Doentes com hepatite C vão ter acesso a sete terapias
O Governo está a negociar a renovação do acordo para que possam continuar a ser administrados os tratamentos inovadores da Hepatite C. O Infarmed garante que, no meio deste processo, nenhum doente ficará por tratar.
Hélder Mota Filipe, vogal do Infarmed, adiantou à Antena 1 que passarão a ser sete as terapias diferentes para tratar a doença.
Dois anos depois de o Estado ter comparticipado os primeiros medicamentos inovadores para tratar a hepatite C mais de cinco mil doentes já foram curados. Uma taxa de sucesso de quase 97 por cento.
Entretanto foi dada autorização para tratar mais 15 mil doentes.
O acordo em vigor com a empresa Gilead termina no dia 17 deste mês. É provável que surjam novidades nos próximos 15 dias.
13 mil
Os últimos dados do Infarmed – conhecidos em janeiro - indicam que o preço dos fármacos inovadores contra a hepatite C caiu para mais de metade em menos de dois anos, decréscimo que o Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento atribui à concorrência entre três laboratórios.
Já na passada terça-feira, em entrevista ao Bom Dia Portugal, da RTP, Hélder Mota Filipe descartava quaisquer “interrupções de tratamento” na renegociação em curso: “Nenhum doente vai deixar de fazer tratamento, ou nenhum doente vai deixar de iniciar tratamento durante esta renegociação”.
O contrato inicial estabelece o pagamento por doente tratado e não por período de tratamento ou quantidade de fármacos administrados. O Estado comparticipa os medicamentos em 100 por cento.
São atualmente 13 mil os doentes em tratamento.
c/ Lusa
Dois anos depois de o Estado ter comparticipado os primeiros medicamentos inovadores para tratar a hepatite C mais de cinco mil doentes já foram curados. Uma taxa de sucesso de quase 97 por cento.
Entretanto foi dada autorização para tratar mais 15 mil doentes.
O acordo em vigor com a empresa Gilead termina no dia 17 deste mês. É provável que surjam novidades nos próximos 15 dias.
13 mil
Os últimos dados do Infarmed – conhecidos em janeiro - indicam que o preço dos fármacos inovadores contra a hepatite C caiu para mais de metade em menos de dois anos, decréscimo que o Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento atribui à concorrência entre três laboratórios.
Já na passada terça-feira, em entrevista ao Bom Dia Portugal, da RTP, Hélder Mota Filipe descartava quaisquer “interrupções de tratamento” na renegociação em curso: “Nenhum doente vai deixar de fazer tratamento, ou nenhum doente vai deixar de iniciar tratamento durante esta renegociação”.
O contrato inicial estabelece o pagamento por doente tratado e não por período de tratamento ou quantidade de fármacos administrados. O Estado comparticipa os medicamentos em 100 por cento.
São atualmente 13 mil os doentes em tratamento.
c/ Lusa