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A Grande Revista de Beirais

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A Grande Revista de Beirais

Episódio 119 de 202

Na junta de freguesia, Fernando procura São e pergunta-lhe se ela tem acompanhado as contas da Revista. São fica desconfiada com a pergunta de Fernando e ele refere que a Revista só vai dar prejuízo e por isso quer ser o primeiro a recuperar o dinheiro que investiu.
Na sociedade recreativa, Diogo e Clara ensaiam. Carlota entra e vai satisfeita até ao palco. Todos ficam surpreendidos por ver Carlota e ela diz que foi a correr para desejar boa sorte a todos. Os beiralenses ficam alarmados quando Carlota diz "boa sorte" pois acham que essas palavras só vão dar azar ao espetáculo. Júlio pede para que o ensaio continue e estranha não ver Moisés e Joaquim. Júlio fica preocupado e pede a todos que o ajudem a procurar os cangalheiros, caso contrário não conseguem avançar com o ensaio. Moisés e Joaquim tentam resolver mais um negócio que o Turco pediu. Mais uma vez, Moisés e Joaquim estão metidos em sarilhos e desta vez são apanhados nas ruas de Beirais por um grupo da GNR da aldeia da Torre que desconfiou que os cangalheiros andam a fazer contrabando. Os cangalheiros ficam muito aflitos porque sabem que têm que estar presentes na Revista, caso contrário Beirais irá ficar prejudicada e a aldeia da Torre ficará satisfeita com o insucesso da Revista de Beirais.
No posto da GNR, Agostinho pergunta a Júlio se já sabe se Moisés e Joaquim estão presos e Júlio diz que eles fugiram e que andam por aí a ser perseguidos por muitos militares. Júlio acha que foi a "boa sorte" que Carlota desejou a todos que fez com eles ficassem com essa "maldição".
Mais tarde, todos debatem as consequências que a ausência dos cangalheiros pode trazer para a Revista de Beirais. Agostinho diz que o espetáculo tem que avançar sem Moisés e Joaquim e Júlio diz que sim e que vai ser transmitido pela rádio. Fernando está mais preocupado com o dinheiro que investiu e tem receio que não o volte a ter.
Júlio descobre que Vítor e a Banda Filarmónica não têm nenhuma proposta musical para a Revista. Pressionado pelo tempo, Júlio pede que toquem repetidamente a mesma música, a "Maria da Fonte".
Na rádio, Carlos prepara-se para fazer a emissão da Revista. Entretanto, Viriato entra e diz que vai fazer companhia a Carlos pois está demasiado nervoso para estar na plateia a assistir ao espetáculo.
Na sociedade recreativa, está tudo pronto para o espetáculo. Os beiralenses assistem à Revista. Diogo e Clara vão animando o público. É a vez de Tozé subir ao palco e ele fica aflito porque não sabe como vai representar sem Joaquim e Moisés. De repente, os cangalheiros entram a correr. Júlio olha espantado para eles e Moisés e Joaquim começam a representar com Tozé. O público está animado e entra o grupo de GNR que andava à procura dos cangalheiros. O grupo de GNR diz a Moisés e Joaquim que eles estão presos por terem fugido. O público acha piada e pensa que todos fazem parte da Revista, sem perceberem que os cangalheiros são realmente procurados pela polícia. O espetáculo continua e é a vez de Alzira, Patrícia, Tânia, Inês e Xana subirem ao palco. Vítor vai liderando a banda filarmónica e Júlio tenta convencer o grupo de GNR a não prenderem os cangalheiros. Eles dizem que os cangalheiros são suspeitos de contrabando e Júlio mente e diz que não os podem levar pois Moisés e Joaquim já estavam detidos pela GNR de Beirais. O grupo de GNR da aldeia da Torre pergunta a Júlio o que é que Joaquim e Moisés estavam a fazer no palco e Júlio desculpa-se e explica que estavam a cumprir uma pena de trabalho comunitário, mas que estão detidos. O grupo de GNR acaba por ir embora. O espetáculo acaba e o público aplaude com grande euforia.

Ficha Técnica

Título Original
2014
Intérpretes
Pêpê Rapazote, Oceana Basílio, Dinarte Branco
Produção
SP Televisão
Ano
2014
Série
3