UGT não quer acordo à esquerda na formação de governo

| Este Sábado
UGT não quer acordo à esquerda na formação de governo

Foto: Antena 1

Em entrevista à Antena 1 e Diário Económico, Carlos Silva refere que a UGT tem preferência por um acordo à direita.

Para Carlos Silva, as forças à esquerda do partido socialista não dão garantias de estabilidade para o futuro. Segundo afirma o secretário-geral, a unidade central sindical ficará "mais tranquila" se o PS estabelecer um compromisso com a coligação de Passos Coelho e Paulo Portas.
 
Na referida negociação com a coligação, Carlos Silva considera que é fundamental colocar em cima da mesa o desbloqueamento da contratação colectiva. A estas matérias acresce o rendimento dos trabalhadores associada à politica fiscal.  
Salário mínimo
A UGT prpõe que o salário mínimo chegue aos 535 euros em janeiro de 2016, mais 30 euros do que o valor actual. 

Nesta entrevista à Antena1 e ao Diário Económico, Carlos Silva adianta que está disposto a negociar, mas não irá abaixo dos 20 euros de aumento.

De resto revela que o objetivo final da UGT é atingir os 600 euros até em 2018.
 
À frente do Conselho Económico e Social, Carlos Silva quer ver nos próximos anos João Proença e espera que desta vez o PS olhe para os os interesses do país em vez de olhar para o partido.

Segundo Carlos Silva, apoiar João Proença seria uma “prova de pacificação de unidade interna”.
 

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